Filosofia da Salvação – Filosofia da Nova Era

Igreja Messiânica Mundial
André Luis Gomes Sandins
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Ao longo de três mil anos, a humanidade veio se afastando cada vez mais da Lei da Natureza, que é a Lei do Universo, a Vontade de Deus, a Verdade.Movido pelo materialismo, que o faz acreditar somente naquilo que vê, e pelo egoísmo, que o leva a agir de acordo com sua própria conveniência, o homem tornou-se prisioneiro de uma ambição desmedida e inconseqüente e vem destruindo o equilíbrio do planeta, criando para si e seu semelhante, desarmonia e infelicidade.As graves conseqüências do desrespeito às Leis Naturais podem ser verificadas na agricultura, na medicina, na saúde, na educação, na arte, no meio-ambiente, na política, na economia, e em todos os demais campos da atividade humana. Essa situação já chegou ao seu limite. Se continuar agindo assim, é certo que o homem acabará destruindo o planeta e a si mesmo.

O propósito da Filosofia de Mokiti Okada é despertar a humanidade, alertando-a para essa triste realidade. Ela cultiva o espiritualismo e o altruísmo, faz o homem crer no invisível e ensina que existem espírito e sentimento não só no ser humano, mas também nos animais, nos vegetais e nos demais seres.

O Johrei, a Agricultura Natural e o Belo são práticas básicas dessa filosofia, capazes de transformar as pessoas materialistas em espiritualistas e as egoístas em altruístas, restituindo ao planeta seu equilíbrio original.

Seu objetivo final é reconduzir a humanidade a uma vida concorde com a Lei da Natureza e construir uma nova civilização, alicerçada na verdadeira saúde, na prosperidade e na paz.
Obrigado!
Maiores informações podem ser conseguidas no site da Igreja Messiânica Mundial, ou deixe sua pergunta no campo de comentários.
Andre Gomes Sandins

Atua na área de TV e TI há mais de 14 anos tendo participado de projetos nacionais e internacionais como Especialista, Integration/Services Engineer e no momento está alocado como TV Support Engineer, escreve no GibaNet.com sobre a Igreja Messiânica Mundial e artigos ligados a tecnologia

9 resposta para "Filosofia da Salvação – Filosofia da Nova Era"

  1. Lino Tavares
    Lino Tavares   27/10/2011 em 13:30

    As leis da natureza, deferentemente das leis dos homens, são estáveis e não admitem emendas, porque provêm da sabedoria Divina. Contudo, elas tem sido usadas, ardilosamente e com objetivos políticos, pelo astuto homem, que as defende na retórica, mas as avilta na prática, em consonância com o velho provérbio que diz “Pregando moral de cueca”. Se fôssemos mais objetivos e menos teóricos frente a essas leis, que são expressão filosófica por escelência, certamente as catástrofes que destroem lares sobre a face da terra seriam bem menos frequentes. Mas, infelizmente, não é assim e, por isso, prevalece outro provérbio: cada um colhe aquilo que planta.

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  2. Andre Santos   27/10/2011 em 12:59

    Minha opinião é suspeita por eu ser adepto desta filosofia, porém acredito que independentemente da Religião que se professe se todos os homens buscassem o entendimento desta filosofia, a fim de promoverem uma mudança concreta de mentalidade e conduta, será estabelecido o Paraíso na Terra, o mundo dos Felizes sem doença, miséria e conflito.

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  3. Rose   27/10/2011 em 14:27

    André, vejo que sua filosofia foi estabelecida com base nas Leis da Natureza, alicerçada nos princípios da Verdade, Bem e Belo. Embora tenha sido escrita nas décadas de 30 a 50 do século passado, parece ter sido feita para os dias atuais, pela sua perfeita aplicabilidade na vida cotidiana do homem contemporâneo.
    Adorei conhecer um pouco desta filosofia, obrigada por compartilhar.
    abraço
    Rose*

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  4. Massucatti
    Massucatti   27/10/2011 em 14:38

    Conheço essa filosofia, porém o homem (ser humano) complica, porque complica, por pura arrogância, ele não vive prática e sabiamente, ele apenas prega idéias, ou como diria Nitsche:

    “o homem é o criador dos valores, mas esquece sua própria criação e vê neles algo de “transcendente”, de “eterno” e “verdadeiro”, quando os valores não são mais do que algo “humano”

    Conceitos e preconceitos, firmados em religiões e filosofias voltadas apenas para o consumo (vide que a Igreja, o Vaticano, tinha em seus tempos aureos, de pleno poder a audacia de vender o perdão divino, isso entre várias reliquias como dedo de São pedro, unha de Tiago e por ai).

    Aprendemos que somos o que temos, e consumir desmesuradamente acaba com nossas reservas, com nossas fontes naturais.

    Equilibrio, é base de tudo.

    parabéns pelo seu artigo..muito bom

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    • André Sandins
      André Sandins   28/10/2011 em 08:37

      Obrigado Massucatti!

      Acho que artigos como esse, funcionam como um passo, mesmo que pequeno, para o despertar de valores tão básicos que nós, seres humanos esquecemos, e que acabam prejudicando a nós mesmos, e nossos descendentes…
      Dentro de alguns dias o mundo terá 7 bilhoes de habitantes, e se cada um não fizer o mínimo de esforço para manter o único lugar que conseguimos sobreviver até hoje, em pouco tempo não teremos mais….

      VAMOS PARAR DE PENSAR SÓ EM NÓS MESMOS, E PENSAR UM POUCO NO NOSSO PRÓXIMO, POIS SÓ ASSIM ALCAÇAREMOS A VERDADEIRA FELICIDADE!!!!

      Abraços,
      André Sandins

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  5. Karla Sacchi   27/10/2011 em 16:22

    Oi Andre. Parabens pela iniciativa, como diz nosso amado mestre Meishu Sama, em um de seus esclarecedores ensinamentos “sejamos sempre homens do presente”. Abraço forte.

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  6. Maria Marçal   27/10/2011 em 19:56

    Acho que ainda não estamos preparados para um tempo tão saudável espiritual e material.

    Maria Marçal – Porto Alegre- RS

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  7. kiko-massagem   28/11/2015 em 11:12

    Essa filosofia está bem atual ,
    parece que foi escrita pra hoje ….
    principalmente se notarmos os últimos acontecimentos em MG
    No rio Doce mais precisamente .

    Alguém sabe o ano em que foi escrita ?
    abs
    Kiko

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    • Gilberto Vieira de Sousa
      Gilberto Vieira de Sousa   28/11/2015 em 20:40

      Olá Kiko,
      Concordo com você que a filosofia de Mokiti Okada, embora tenha sido escrita em 1928, está bem atual, porém o texto acima foi escrito nos anos 90.

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