Memórias de Recife

Gilberto Vieira de Sousa

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Até a chegada dos portugueses, no século XVI, a região da atual cidade do Recife era ocupada pelos índios caetés. O atual município do Recife tem sua origem intimamente ligada ao município de Olinda. No foral (carta de direitos feudais) de Olinda, concedido por Duarte Coelho em 1537, há uma referência a “Arrecife dos navios”, um lugarejo habitado por mareantes e pescadores. O Recife permaneceu português até a independência do Brasil, com a exceção de um período de ocupação holandesa entre 1630 e 1654.

Vista do Recife por João de Laet (1664)

Durante os anos anteriores à invasão da Companhia das Índias Ocidentais, o povoado do Recife existiu apenas em função do porto e à sombra da sede Olinda, local que a aristocracia escolheu para residir devido à sua localização elevada, que facilitava a defesa. Ergueram-se fortificações e paliçadas em defesa do povoado e do porto do Recife, todas elas voltadas para o mar. Os temores voltavam-se para o oceano por conta dos constantes ataques ao litoral da América Portuguesa pela navegação de corso e pirataria. Ainda no final do século XVI, o “povo dos arrecifes” foi atacado e saqueado pelo pirata inglês James Lancaster que, com três navios, derrotou a pequena guarnição responsável pela defesa do porto. Entre os anos de 1620 e 1626 o então governador Matias de Albuquerque procurou estabelecer posições fortificadas no porto do Recife a fim de que se pudesse evitar outro ataque como aquele, bem como dissuadir a Companhia das Índias Ocidentais da ideia empreendida na Bahia em 1624.

 

Divirtam-se.

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Rua da Cruz em 1855
Rua da Cruz em 1855

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Arsenal da Marinha em 1865
Arsenal da Marinha em 1865
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Arsenal da Marinha em 1870
Arsenal da Marinha em 1870
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Antiga ponte 7 de setembro no bairro de Santo Antônio em 1870
Antiga ponte 7 de setembro no bairro de Santo Antônio em 1870
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Fábrica de cigarros Lafayette (Rua do Imperador, fins do século XIX)
Fábrica de cigarros Lafayette (Rua do Imperador, fins do século XIX)
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Estação do Bairro da Encruzilhada, século XIX
Estação do Bairro da Encruzilhada, século XIX
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Avenida Boa Viagem na primeira metade do século XX
Avenida Boa Viagem na primeira metade do século XX
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Arranha-Céu da Pracinha no ano de 1920. O prédio continua de pé
Arranha-Céu da Pracinha no ano de 1920. O prédio continua de pé
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Antigo campo do Sport Club na avenida Dr. Malaquias em 1925
Antigo campo do Sport Club na avenida Dr. Malaquias em 1925
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Avenida Marquês de Olinda (colorizada) no ano de 1930
Avenida Marquês de Olinda (colorizada) no ano de 1930
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Bairro da Boa Vista visto do Zeppelin, anos 1930
Bairro da Boa Vista visto do Zeppelin, anos 1930
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Casa navio em 1940
Casa navio em 1940
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Antiga sede do clube náutico Capibaribe, incendiada em 1949
Antiga sede do clube náutico Capibaribe, incendiada em 1949
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Boa Viagem em 1950
Boa Viagem em 1950
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Inauguração do Aeroporto dos Guararapes em 1958
Inauguração do Aeroporto dos Guararapes em 1958
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Avenida Dantas Barreto em 1960
Avenida Dantas Barreto em 1960
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Acidente aéreo no aeroporto internacional dos Guararapes em 1974
Acidente aéreo no aeroporto internacional dos Guararapes em 1974
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O Graff Zepellin chegando ao Campo do Jiquiá. Essa torre ainda existe
O Graff Zepellin chegando ao Campo do Jiquiá. Essa torre ainda existe
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Vista aérea do centro do Recife na primeira metade do século XX
Vista aérea do centro do Recife na primeira metade do século XX
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Zepellin sobre a Delegacia do Trabalho, começo dos anos l930
Zepellin sobre a Delegacia do Trabalho, começo dos anos l930
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Bondes depredados na Revolução de 1930
Bondes depredados na Revolução de 1930
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Bairro do Recife 1930
Bairro do Recife 1935
Gilberto Vieira de Sousa

Gilberto Vieira de Sousa é Jornalista (MTB 0079103/SP), técnico em Sistemas de TV Digital, Fotografo Amador, Radioamador, idealizador e administrador do site GibaNet.com

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