Você conhece a verdade sobre Cuba?

 Gilberto Vieira de Sousa

 Há no Brasil a péssima atitude de um determinado grupo em fazer propaganda daquilo que não conhecem, por exemplo o comunismo.
O regime comunista é o regime que mais crimes cometeu na história do planeta e ainda continua cometendo vários deles, como prisões ilegais, cerceamento da liberdade individual, trafico de drogas, execuções sumárias, muitas vezes sem julgamento ou com julgamento sem direito a defesa entre muitos outros.
É comum vermos brasileiros com roupas, cadernos e capas de celulares com a imagem do guerrilheiro Che Guevara, sem ao menos saber quem ele foi e sua trajetória de assassinatos e roubos.
No planeta inteiro existem agentes comunistas infiltrados, que tem por missão a sabotagem, assassinatos, desinformação e aliciamento.
Apenas para informação daqueles que desejarem se informar um pouco sobre este nefasto regime irei relacionar alguns pontos sobre Cuba, que podem ser facilmente encontrados em uma pesquisa séria em sites confiáveis.
Esta muulher é engenheira agronoma e para sobreviver vende escovas de dente nas ruas (foto de Yusnaby Pérez)
Eu acho importante prevenir que o PT e seus partidos aliados tem como objetivo destruir a soberania nacional do Brasil e transforma-lo em um país prisão aos moldes de Cuba, o que não será bom para a população, não será bom para a nação, só será bom para aqueles que ficarem no poder, pois farão da ditadura do proletariado seu escudo, assassinando aqueles que não concordarem com o regime e mantendo o restante do povo sob o cabresto da escravidão comunista.
Assim como os aliados do Foro de São Paulo, que querem transformar a América Latina e Caribe em um grande Bloco comunista, aos moldes do que foi a extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas).
Um bom exemplo do que pode acontecer no Brasil e demais países da América Latina se nós não frearmos o avanço do Foro de São Paulo é o que está acontecendo atualmente na Venezuela, onde soldados armados de fuzis estão matando civis desarmados, onde a população, para não morrer de fome está comendo cachorros, gatos e flamingos. Onde a censura está sendo amplamente implementada. Onde a inflação está com índices astronômicos. Onde falta os itens mais básicos para a população.
Um dos veículos de transporte escolar cubano

Agora vamos aos fatos cubanos.

Antes da tomada do poder por Fidel e Raúl Castro, em 1959, Cuba tinha o 3º PIB per capita da América Latina e um dos melhores níveis de vida do continente, com uma numerosa classe média, ocupando o 11º lugar em qualidade de vida, inclusive nos quesitos saúde e educação, não no continente, mas no planeta. Cuba, que é hoje um dos países mais pobres das Américas (só perde para o Haiti), era, antes de 1959, mais rico do que a Espanha e a Áustria, e tão rico quanto a Itália.
O tão falado embargo cubano impede que Norte americanos retirem dinheiro de Cuba, assim não há interesse das empresas dos EUA e países que assinaram o embargo em investirem naquele país, já que não podem retirar de lá seus lucros, porém não há nenhum impedimento em se enviar dinheiro para lá, o que possibilita a alguns enviarem dinheiro para seus amigos e familiares. Além disto, os países que não assinaram o tal embargo, como o Brasil, podem financiar o que quiserem e recolher seus lucros, quando estes não são roubados pelo governo cubano.

Está vendo a propaganda do governo cubano acima? Ela está correta. A liberdade não deveria ser bloqueada. O embargo econômico é um grave equívoco porque restrições à liberdade econômica são equivocadas. E essa é exatamente a natureza da revolução cubana. É disso, afinal, que se trata o socialismo, não é mesmo?

No ranking global de liberdade econômica da Heritage Foundation, Cuba aparece na penúltima posição, acima apenas da Coreia do Norte. Em outros, como o do Fraser Institute, ou ainda no índice de facilidade para fazer negócios, do Banco Mundial, o país sequer aparece listado, de tão fechado. O governo cubano impõe um duro embargo à própria população, que gera efeitos econômicos e sociais muito mais graves do que o embargo americano.

Cuba, que hoje é um país recordista em número de exilados (2 milhões desde 1959), era, nos anos 50, um país de imigrantes, e não de emigrantes. (Somente na embaixada cubana em Roma, ocorreram 12 mil pedidos de visto para Cuba em 1957) e até hoje milhares de cubanos vivem tentando fugir daquele país.
O salário médio do trabalhador cubano em 1958 era superior ao da maioria dos países europeus. O índice de alfabetização em Cuba – apresentada como uma “conquista” do regime castrista – era de cerca de 80% da população antes de Fidel. (Só para comparar: no Brasil, era de 50%.)
Cuba, onde hoje impera a censura e a única imprensa permitida é a controlada pelo Estado, tinha uma das imprensas mais dinâmicas e plurais do mundo, com mais aparelhos de TV per capita do que a Áustria e a Alemanha, e já possuía TV em cores em 1958? (No Brasil, a TV em cores só chegou em 1972.)
Ao contrário da lenda castrista de que a ilha era um paraíso do jogo e da prostituição, só havia 8 (oito!) cassinos em toda Cuba antes de serem proibidos. E o número de prostitutas em Havana não era maior do que o existente em qualquer cidade turística do mundo, como Mônaco. Hoje meninas a partir dos  11 anos de idade se prostitui com turistas em troca de sabonetes, absorventes e papel higiênico.
Em 1958, mais cubanos passaram férias nos EUA do que norte-americanos em Cuba. Diferente do mito apregoado há mais de cinco décadas, a economia cubana não era dominada por empresas norte-americanas, e os investimentos dos EUA na ilha, em vez de aumentarem, estavam em declínio desde a década de 30, pois os empresários nacionais eram mais fortes e haviam políticas protecionistas internas.
Fidel Castro começou sua carreira política como pistoleiro, sendo acusado de pelo menos duas mortes e uma tentativa de homicídio quando era estudante na Universidade de Havana nos anos 40. Fidel Castro participou ativamente dos distúrbios de rua conhecidos como El Bogotazo em Bogotá, Colômbia (1948), que foram organizados pelos comunistas e pela ditadura argentina de Juan Perón para tumultuar a reunião que deu origem à Organização dos Estados Americanos (OEA), e que deixaram milhares de mortos, dando inicio ao período conhecido como La Violencia.
Fidel Castro e seu irmão Raul Castro, condenados pelo ataque armado ao quartel de Moncada em 1953, em que morreram dezenas de pessoas, passaram menos de dois anos na prisão, que descreveram como quase uma “colônia de férias” e beneficiados por uma anista, jamais concederam nenhum de seus opositores. O livro que tornou Fidel Castro famoso, A História me absolverá, é uma fraude editorial, não sendo, de maneira alguma, a transcrição de sua defesa no julgamento pelo ataque ao Moncada.
Chegada de Fidel Castro à Havana em 1959
A Revolução Cubana não foi originalmente feita para implantar o comunismo na ilha, mas, ao contrário, para restabelecer a democracia (interrompida pelo golpe de Batista em 1952) e restaurar a Constituição democrática de 1940 (que Fidel e seus barbudos jogaram no lixo logo após tomarem o poder), porém há de se suspeitar que a intenção dos irmãos Castro era a tomada do poder e a sua perpetuação nele, já que tudo o que dizem é mentira, quem vai acreditar que diziam a verdade em relação a restauração democrática.
Ao contrário do mito constantemente repetido pela esquerda brasileira, a Revolução Cubana não começou com 12 revolucionários, e o Movimento 26 de Julho, liderado por Fidel Castro, era um entre vários movimentos que atuavam contra a ditadura de Fulgencio Batista e a existência desses movimentos foi simplesmente apagada nos registros históricos para criar o mito revolucionário de Fidel Castro.
O governo dos EUA não apoiava a ditadura de Fulgencio Batista e inclusive decretou um embargo de armas ao governo cubano que favoreceu enormemente os revolucionários castristas. A ditadura de Batista caiu devido mais à perda de apoio dos EUA do que à guerrilha, sendo sua queda muito mais resultante de causas políticas do que militares. Porém os Castros não perderiam a chance de reescrever a história e acrescentar mais esta mentirinha. O número de mortos em combate durante a luta contra Batista (1956-1959) não foi 20 mil, como afirma o regime dos Castro, mas 182.
Rua do centro de Havana, antes e depois da revolução dos irmãos Castro
O Departamento de Estado dos EUA era quase inteiramente pró-castrista e a CIA , isso mesmo, a CIA!, ajudou ativamente (inclusive com dinheiro) Fidel Castro na luta contra Batista. Apesar disso, Fidel Castro, em 1958,  antes de tomar o poder, já dizia em carta à sua amante Celia Sánchez, que lutar contra os EUA “era seu destino”. Quando chegou ao poder, Fidel Castro jurava de pés juntos “não sou comunista” e “não quero o poder”, e era considerado um “democrata” e um“humanista” pela grande mídia norte-americana, a começar pelo The New York Times. (Vídeo ao final deste texto, com o discurso mentiroso de Fidel Castro)
Raul Castro, irmão de Fidel e atual ditador da ilha, é filiado ao Partido Comunista Cubano desde 1953, e foi treinado como agente comunista na antiga Checoslováquia.
Raul Castro é um conhecido torturador e assassino, responsável diretamente pela execução de 70 prisioneiros em janeiro de 1959.
O hermanito Raul em ação, num ato de puro amor à humanidade
Fidel Castro, ao tomar o poder, prometeu eleições livres em seis meses e, seis meses depois, com seu poder pessoal consolidado, fez um discurso em que perguntou cinicamente à multidão: “eleições? eleições para quê?”
Ao invés de restaurar a democracia, Fidel Castro extinguiu todos os partidos e proibiu qualquer oposição, criando um regime de partido único, o Partido Comunista de Cuba (PCC). Em vez de restabelecer a Constituição democrática de 1940, Fidel impôs uma outra, em 1976, de tipo soviético-stalinista, vigente até hoje. Os comunistas cubanos, que desprezavam Fidel Castro como um “aventureiro“, participaram com dois ministérios do primeiro governo Batista (1940-44). O primeiro chefe de governo (primeiro-ministro) apontado pelos revolucionários após a queda de Batista, José Miró Cardona, teve de demitir-se apenas um mês depois por pressão de Fidel Castro, e dos membros do primeiro governo revolucionário, praticamente nenhum continuava no cargo apenas alguns meses depois, estando ou no exílio ou na prisão. O primeiro presidente de Cuba depois da queda de Batista, Manuel Urrutia, foi derrubado por Fidel Castro num golpe palaciano por se recusar a apoiar a comunização da ilha. Os membros do primeiro governo revolucionário que estavam presos, foram mortos a mando de Fidel. A maioria das execuções em Cuba foi sumária, e os julgamentos eram uma farsa.
Paredón em Cuba: notem a valentia do cidadão em pé, prestes a disparar o tiro de misericórdia num perigoso “gusano” por um mundo melhor…
O regime dos Castro vendeu (literalmente) o sangue de muitos fuzilados, drenando-o com estes ainda vivos e usando esse comércio macabro como fonte de renda. Muitos fuzilados não eram torturadores e agentes de Batista, mas ex-revolucionários que não aceitaram a guinada comunista de Fidel Castro, como William Morgan e Humberto Sori Marím. Entre os condenados à morte no paredón, estiveram vários menores de idade. Um dos mais importantes comandantes revolucionários cubanos, Huber Matos, foi preso e condenado a 20 anos de prisão por ter escrito uma carta a Fidel Castro renunciando a seu posto no governo por se opor à crescente influência dos comunistas na ilha.
Muito antes de os EUA se aperceberem e começarem a planejar a derrubada do regime cubano, Fidel Castro já havia iniciado negociações secretas com a ex-URSS para comunizar a ilha de Cuba.
A tentativa de desembarque de exilados na Baía dos Porcos (abril de 1961) fracassou não devido à resistência das milícias cubanas, mas porque o governo de John F. Kennedy, no último momento, negou apoio aéreo aos incursores, abandonando-os à própria sorte.
Cuba foi palco de uma das maiores guerrilhas camponesas da história da América Latina, na serra de Escambray (1960-1966), que foi combatida pelo regime castrista.
O regime de Fidel Castro estimulou ativamente, inclusive com armas, dinheiro e homens, movimentos terroristas na América Latina já desde 1959, muitos contra governos democráticos e legalmente constituídos, intervindo assim, diretamente, nos assuntos internos de outros países.
Entre os que receberam apoio material do regime cubano, esteve o líder comunista brasileiro Carlos Mariguella, que se orgulhava de ser terrorista e cujo livro Minimanual do guerrilheiro urbano tornou-se a bíblia de muitos grupos terroristas nos anos 70 e 80, como o Baader-Meinhof alemão e o IRA irlandês.
Um dos maiores alvos da subversão patrocinada por Fidel Castro no começo dos anos 60 foi um governo de esquerda, o de Rómulo Betancourt, na Venezuela (1958-1964). E foi por causa do apoio material aos terroristas que queriam derrubar Betancourt que Cuba foi excluída da OEA em 1964. O apoio de Cuba a grupos terroristas na America Latina, como os Tupamaros uruguaios, está na origem de vários golpes militares no continente, inclusive no Brasil. O regime cubano patrocinou atentados e estimulou guerrilhas até mesmo em países aliados de Cuba, como o México. O general Arnaldo Ochoa Sánchez, mais tarde fuzilado a mando de Fidel Castro em 1989, propôs invadir a Amazônia com um barco repleto de combatentes cubanos para ajudar a luta armada no Brasil em 1973.
A ditadura cubana apoiou ativamente algumas das ditaduras mais perversas e sanguinárias do planeta, como a de Muamar Kadafi na Líbia, a dos Assad na Síria, e a de Kim Il sung na Coréia do Norte. E segue apoiando regimes semelhantes.
Militares cubanos lutaram ao lado das forças da ditadura síria na Guerra do Yom Kippur (1973), uma guerra de extermínio contra Israel.
Entre as ditaduras que tiveram apoio militar de Fidel Castro, conta-se a tirania marxista de Mengistu Hailé Mariam na Etiópia (1977-1991), responsável por mais de um milhão de mortos numa das piores fomes da História, que inspirou a campanha Live Aid e a música pop We Are The World, sucesso nos anos 80.
Militares cubanos estiveram envolvidos em vários golpes de Estado, muitos deles sangrentos, em países da África e da América Latina, como em Granada em 1983, o qual resultou numa intervenção militar norte-americana para expulsar os cubanos do país. Existem relatos de que tropas cubanas usaram armas químicas em Angola.
Fidel Castro, o autoproclamado campeão da soberania dos países do Terceiro Mundo e da luta contra o imperialismo, aplaudiu a invasão da Tchecoslováquia pelos tanques soviéticos em 1968 e a do Afeganistão em 1979.
Em novembro de 1962, Fidel Castro planejou explodir o prédio da ONU e vários atentados terroristas em Nova York. Durante a Crise dos Mísseis de Outubro de 1962, Fidel Castro queria realizar um ataque preemptivo aos EUA e começar uma guerra nuclear, e ficou furioso quando o líder da URSS, Nikita Krushev, retirou os mísseis nucleares apontados contra os EUA.
Um dos grupos extremistas apoiados por Havana, os Weather Underground, planejou assassinar o presidente dos EUA Gerald Ford em 1976. O assassino de John F. Kennedy, Lee Harvey Oswald, era militante castrista e há indícios de que, pouco antes dos tiros em Dallas, ele manteve encontro com agentes cubanos na embaixada de Cuba na Cidade do México.
Durante a Guerra do Vietnã, agentes cubanos ensinaram técnicas de tortura aos militares norte-vietnamitas, e inclusive torturaram até a morte prisioneiros americanos.
Na juventude, Fidel Castro era fã de Hitler, sempre foi um admirador do ditador fascista espanhol Francisco Franco e chegou a decretar luto em Cuba em 1975, quando Franco morreu.
Ao longo de 30 anos, Cuba recebeu da ex-URSS o equivalente, em ajuda econômica, a cinco planos Marshall, e mesmo assim o país é hoje uma ruína econômica, por pura incompetência do regime.
Fidel Castro, o herói de milhões de jovens “progressistas” no mundo todo, proibiu o rock em Cuba nos anos 60 e perseguiu gays e hippies, internando-os em campos de concentração para que fossem “reeducados” (as UMAPs – Unidades Militares de Apoio à Produção). Um dos milhares de jovens cubanos internados à força nas UMAPs foi o famoso cantor Pablo Milanés, autor de Yolanda.
A religião católica foi duramente reprimida em Cuba pelo regime cubano, que se declarou oficialmente ateu, e até a Festa de Natal foi proibida no país por 30 anos.
Che Guevara, o ídolo das camisetas, era um psicopata assassino e stalinista, responsável por centenas de fuzilamentos de inocentes, e odiava negros e homossexuais. Che Guevara, como ministro das indústrias, levou o Banco Central de Cuba à falência e arruinou a economia do país.
Somente nos seis primeiros meses de 1959, na fortaleza-prisão de La Cabaña, em Havana, foram fuziladas 660 pessoas a mando de Che Guevara. (duas vezes mais do que os mortos pela ditadura militar brasileira em 21 anos).
O número de fuzilamentos em Cuba, calculado em cerca de 17 mil desde 1959, é proporcionalmente superior ao de todas as ditaduras sul-americanas juntas e somando-se aos afogados ao tentarem escapar da ilha-presídio, a cifra chega a 100 mil mortos, o que torna a ditadura cubana uma das mais sangrentas da História e certamente a mais sangrenta da América Latina.
As tão aclamadas “conquistas sociais” do regime cubano são uma farsa, e antes de 1959 Cuba ostentava níveis muito bons em educação e saúde, inclusive com uma taxa médico/pessoa superior a de muitos países europeus.
A fim de arrecadar divisas, o regime cubano passou a participar, nos anos 80, do tráfico internacional de drogas, associando-se aos cartéis colombianos e ao ditador panamenho Manuel Noriega. (Foi criado inclusive um departamento especial para isso, chamado MC – Moeda Conversível –, apelidado pelos cubanos de MC –Maconha e Cocaína.)
Noriega e Fidel: parceiros de trabalho
Em 1989, o esquema de narcotráfico cubano foi descoberto pela DEA, a agência norte-americana de combate às drogas, mas o ditador cubano se antecipou e mandou fuzilar o comandante militar em Angola, general Arnaldo Ochoa Sánchez, e vários colaboradores, como “queima de arquivo” e também como um expurgo.
O regime de Havana foi o maior patrocinador durante décadas dos narcoterroristas das FARC, responsáveis por milhares de mortes numa interminável guerra civil e cujo programa é, nada menos, implantar um regime comunista do tipo cubano no país.
Não há nenhum “bloqueio” a Cuba; há, sim, um embargo econômico norte-americano que não impede que Cuba comercie livremente com mais de 170 países, e que os EUA sejam hoje o quarto maior parceiro econômico do país (por meio dos dólares enviados por exilados a seus parentes na ilha). O embargo foi decretado em represália pela expropriação, por Fidel Castro, de 1,8 bilhão de dólares pertencentes a empresas norte-americanas na ilha,  um dos maiores roubos da História.
Em 2004, Cuba ficou em 166º lugar entre 167 países no quesito “liberdade de imprensa”, segundo ranking organizado pela Repórteres Sem Fronteiras. (O último lugar ficou com a Coréia do Norte, outro regime comunista.) A censura em Cuba é tão forte que muitos cubanos não sabem, até hoje, que o homem foi à Lua e que o Muro de Berlim caiu.
Um dos três únicos sobreviventes ainda vivos da guerrilha de Che Guevara na Bolívia, Dariel Alarcón Ramírez (“comandante Benigno”), exilou-se na França e é hoje inimigo declarado de Fidel Castro. (Os dois outros ainda vivem em Cuba, portanto não podem falar abertamente o que pensam do regime.) Segundo Benigno, que foi diretor-geral das prisões cubanas, a tortura é corrente nas cadeias da ilha, comprovando o testemunho de milhares de ex-presos políticos. Ainda segundo Benigno, Fidel Castro abandonou Che Guevara para morrer na Bolívia, pois queria se livrar dele e ainda por cima, criar um mito politico a ser explorado para obrigar os cubanos a trabalhar.
Segundo o ex-agente do serviço secreto cubano Juan Vivés, o presidente chileno Salvador Allende foi morto em 1973 pelos guarda-costas cubanos no cerco do Palácio La Moneda, porque aquele queria render-se aos militares.
Os “cinco heróis” presos nos EUA e que a ditadura castrista quer ver libertados foram detidos por espionagem e agentes cubanos espionam exilados e governos em diversos países, inclusive no Brasil. 80% dos presos em Cuba são negros e 100% dos membros da alta cúpula do Partido-Estado são brancos.
Dentre os cerca de 2 milhões de cubanos e seus descendentes que fugiram da ditadura castrista, estão Alina Fernández e Juanita Castro, respectivamente a filha mais velha de Fidel e uma irmã de Fidel e Raúl Castro.
Em 1995, Fidel castro mandou navios da Marinha cubana atacarem uma balsa repleta de refugiados que tentavam fugir da ilha, a 13 de Marzomatando 43 pessoas, inclusive 11 crianças. No ano seguinte, a ditadura castrista abateu um avião do grupo de exilados Hermanos al Rescate, sobre águas internacionais, matando os três tripulantes.
preso político negro que ficou mais tempo atrás das grades no século XX não foi o sul-africano Nelson Mandela, mas um cubano, Eusebio Peñalver, que padeceu durante 30 anos nas masmorras da ditadura castrista.
Livros como A Revolução dos Bichos, de George Orwell, estão proibidos em Cuba, e a obra completa de inúmeros escritores cubanos, como Reinaldo Arenas, Jorge Valls, Heberto Padilla e Guillermo Cabrera Infante, está totalmente censurada na ilha. O escritor Reinaldo Arenas, autor de Antes que Anoiteça, ficou vários anos preso e foi torturado porque era homossexual. Em Cuba, não é preciso cometer nenhum crime para ser preso, qualquer cidadão pode ser detido a qualquer momento, mesmo sem ter feito nada, por“periculosidade pré-delitiva”.
A quantidade de proteínas consumida pelo cubano médio hoje em dia é inferior à ração média dos escravos cubanos em 1842. A penúria em Cuba é tão grande que faltam pão, carne e leite, há apagões diários e falta até papel higiênico.
A maioria dos cubanos esteve proibida, até há pouco tempo, de frequentar hotéis e resorts, exclusivos para turistas, num verdadeiro apartheid social. Cuba tem uma das mais altas taxas de suicídios abortos do mundo, sobretudo entre os jovens.
Embora o Haiti esteja a poucos quilômetros de Cuba, os refugiados haitianos procuram evitar o “paraíso socialista”, preferindo enfrentar uma jornada perigosa pelo mar até os EUA.
Quase todos os dias, cubanos esfomeados e desesperados tentam fugir de Cuba para a base norte-americana de Guantánamo. (A propósito, há dezenas de “Guantánamos” em Cuba, como Boniato, Kilo 7, Combinado del Este etc.)
As “manifestações de apoio” ao regime cubano são na realidade orquestradas e baseadas na coação, mediante a vigilância implacável dos CDRs – Comitês de Defesa da Revolução, encarregados de espionar casa por casa.
Segundo a revista Forbes, Fidel Castro é um dos homens mais ricos do mundo com uma fortuna superior à da rainha da Inglaterra.

Fidel Castro é certamente o tirano mais amado do mundo,  fora de Cuba e por aqueles que só conhecem a ilha como turistas ou por estórias contadas por membros de partidos de ideologia socialista que fazem questão de divulgar mentiras sobre a ilha-prisão. (No Brasil estes partidos são PCdoB, PCB, PT, PSOL, PSTU, PCO, PV, PSDB, PSB, PPS, PPL, REDE, PROS)Em Cuba, a população apelidou Fidel de “Esteban”, este bandido.

Hugo Chaves, FidelCaastro, Evo Morals, Lula e Dilma

 

Quem quer que tenha a ousadia de criticar o regime cubano, ainda que moderadamente, será vítima de assassinato de caráter pelos esbirros da ditadura, sendo tachado de “gusano” (verme), “mercenário”, “terrorista” etc. (E é bem provável que seja preso e assassinado, sem direito a defesa.)
As “eleições” em Cuba são uma farsa grotesca, com partido único e sem pluralidade politico-partidária e mesmo assim o regime se apresenta como uma “democracia”, aliás, como todos os governos comunistas se apresentam.
A prostituição em Cuba de tão generalizada virou uma quase instituição nacional, tendo dado origem até mesmo a uma palavra jineteras para designar as prostitutas cubanas.
Fidel Castro já deixou claro em inúmeras ocasiões que não permitirá reformas políticas e que o comunismo na ilha é “irrevogável“.
Em 1990, Fidel Castro, Luiz Inácio Lula da Silva e várias organizações revolucionárias de esquerda latino-americanas, como as FARC colombianas, resolveram criar o Foro de São Paulo, inspirado na OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade, criada em 1967 para “exportar” a revolução cubana), com o objetivo declarado de “restaurar na América Latina o que se perdeu no Leste Europeu”, antiga URSS.
Passados 54 anos, o regime cubano é a ditadura mais longeva do Ocidente, além de uma ruína econômica, política e moral, com ausência total de liberdades, partido único no poder e censura à imprensa, não dá nenhum sinal de que vai acabar um dia, mas mesmo assim ainda há quem o defenda ou se cale diante de suas atrocidades.
no dia a dia dos hospitais, as pessoas sofrem com a falta de infraestrutura e equipamentos. Médicos, desmotivados por baixos salários e alta carga horária, atendem mal e induzem a família do paciente a trazer “presentinhos”. Quando se é internado é necessário levar um kit: lençóis, travesseiro, ventilador (acredite, para o calor insuportável de Cuba é necessário, já que não há ar condicionado), comida, água para beber e também para a higiene do paciente, pois falta até água nos hospitais.  Também faltam máscaras de esterilização, bisturis, luvas, seringas descartáveis. A piada corrente é que “cubano que fica doente tem que ter “FÉ” (Família no Exterior).
Na falta de ambulâncias, paciente é socorrido em carrinho de mão.
Nada disso é divulgado em Cuba. (e muito menos pela “mídia corporativa européia e norte-americana” etc.)
O documentário sobreviver calado gravado por brasileiros em visita a Cuba é mostrado um lado que os irmãos Castro querem esconder da imprensa internacional. O documentário está dividido em três vídeos que estão disponíveis abaixo. A entrevista termina como já era esperado, com a prisão dos brasileiros que estavam produzindo o vídeo. A polícia foi chamada pela própria senhora que trabalha por governo. Os entrevistadores foram interrogados pela POLÍCIA IDEOLÓGICA e só foram liberados após pedirem pra entrar em contato com a embaixada brasileira.

Sobreviver Calado – A verdadeira cuba – parte 1

Sobreviver Calado – A verdadeira cuba – parte 2

Sobreviver Calado – A verdadeira cuba – parte 2


Fontes:

AMMAR, Alain. Cuba Nostra: Les Secrets d’État de Fidel Castro. Paris: Plon, 2005.

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CUMERLATO Corinne & ROUSSEAU, Dennis. A Ilha do Doutor Castro: A Transição Confiscada. São Paulo: Peixoto Neto, 2002.

BENIGNO (Dariel Alarcón Ramirez). Memorias de un revolucionario cubano – Vida y Muerte de la Revolución. Barcelona: Tusquets, 2002.
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FONTOVA, Humberto. Fidel – O Tirano Mais Amado do Mundo. São Paulo: Leya, 2012.
______. O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram. São Paulo: É Realizações, 2010.
MASETTI, Jorge. El Furor y El Delirio: El Hijo de la Revolución Cubana. Barcelona: Tusquets, 1999.
MATOS, Huber. Como llegó la noche. Barcelona: Tusquets, 2004.
MONTANER, Carlos Alberto. Fidel Castro y la Revolución Cubana. Barcelona: Plaza & Janés, 1986.
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MONTANER, Carlos Alberto, MENDOZA, Plinio Apuleyo, LLOSA, Alvaro Vargas. Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano. São Paulo: Bertrand Brasil, 1996.
ROLLEMBERG, Denise. O Apoio de Cuba à Luta Armada no Brasil: O Treinamento Guerrilheiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2001.
SCULZ, Tad. Fidel, um Retrato Crítico. São Paulo: Best-Seller, 1987.
Gilberto Vieira de Sousa

Gilberto Vieira de Sousa é Jornalista (MTB 0079103/SP), técnico em Sistemas de TV Digital, Fotografo Amador, Radioamador, idealizador e administrador do site GibaNet.com

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