Ataques no Mundo Espiritual – Parte III - Final - Gibanet.com

Aécio Cesar

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Determinadas armas usadas como defesas por muitas instituições espirituais para afugentar entidades trevosas poderiam leva-las à morte? Esse tema foi muito debatido por mim quando comentava o livro “Os Mensageiros”, o 2º da lavra de André Luiz, tendo como médium psicógrafo Chico Xavier. Conforme narra no livro acima, o administrador do Posto em que nosso amigo pernoitava, usava armas parecidas com canhões que “…poderiam causar impressões de morte.

Lembro-me como se fosse hoje, que não faltou ataques à minha pessoa como também a um médium renomado e o seu mentor espiritual. Mas, graças à vontade de Deus conseguimos sanar pelo menos ali algumas distorções feitas por certos inquisidores infiltrados nas fileiras da Doutrina Espírita.

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battleofgoodandevil

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Mas vamos ao que nos interessa. Diante da conversação entre Alfredo, o administrador e André, eu escolhi algumas citações do livro acima citado a serem comentadas. “As criaturas que se agarram, aqui, (no mundo espiritual) às impressões físicas, estão sempre criando densidade para os seus veículos de manifestação, da mesma forma que os Espíritos dedicados à região superior estão sempre purificando e elevando esses mesmos veículos”. Quanto mais apegados ao corpo físico, mais grosseiro será o seu corpo perispirítico nos planos espirituais. E quanto mais denso, no caso aqui retratado, ao serem atingidos por armas fulminantes, tem esses espíritos a impressão de morte.

Continuando com as citações: “Nossos projéteis, portanto, expulsam os inimigos do bem através de vibrações do medo, mas poderiam causar a ilusão da morte, atuando sobre o corpo denso dos nossos semelhantes menos adiantados no caminho da vida.” Como podemos observar, sendo o perispírito semi-material e plástico, tem ele a possibilidade de se condensar ou de eterizar as suas moléculas comandado pelo corpo mental. É uma pena que irmãos nossos no caso da citação, prefiram trilhar o caminho do mal se metamorfoseando ou sendo metamorfoseados por terceiros em animais inconscientemente ferozes. O que não faz a mente quando se deixa projetar no campo da escravidão espiritual! É um sofrimento lastimável.

Outra citação que merece de nós melhor entendimento. Vejamos: “A morte física, na Terra, não é igualmente pura impressão? Ninguém desaparece. O fenômeno é apenas de invisibilidade ou, por vezes, de ausência”. A morte deveria ser mais bem tratada, ou melhor, conscientizada. As igrejas poderiam auxiliar seus fieis para uma realidade mais abrangente da pátria espiritual de todos nós, para que o espírito, de partida, não sofresse tanto com a sua imagem mais quintessenciada e com a sua nova vida além da morte física. O que acontece mesmo com o fenômeno da desencarnação é a invisibilidade, ou seja, o mesmo corpo só que mais transcendente, mais vivo perto de nós ou até mesmo ausente temporariamente da nossa convivência. Quando estivermos mais espiritualizados sentiremos nossos parentes e amigos que partiram bem mais perto de nós. Estamos certos, Leitor Amigo? Cap.4j

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