O Poder do Amor - Gibanet.com

Você alguma vez já parou para pensar o quanto é grandioso o poder do Amor?

            Certamente estamos longe da sua verdadeira conceituação pois até hoje, passados mais de dois mil anos da vinda de Jesus no mundo e ainda atentamos a ir contra os Mandamentos do Senhor. Praticá-los então…

            Existem espíritos sublimados que não veem obstáculos algum no sentido de socorrer mais de perto os irmãos infortunados da retaguarda. E nós, em um mundo malbaratado de ódio onde não nos sensibilizamos com o semelhante jogado na sarjeta em que nós somos os responsáveis diretos por essa desdita, sequer, endereçamos a ele uma réstia de amor, pois esse amor, divinizado, ainda não o temos em nossos corações. Ahh!! Estamos longe de conquista-lo, responderão muitos. Mas eu digo que não. Por um único motivo. À medida que nele nos espiritualizarmos, automaticamente estaremos nos sensibilizando mais e mais. O amor tem dessas coisas.

Você alguma vez já parou para pensar o quanto é grandioso o poder do Amor?

Enquanto essas entidades luminosas se deixam materializar seus perispíritos no sentido exclusivo de suavizar corações, secar lágrimas de revolta ou de desatino, amando o suficiente até que impregne no ar todo esse deslumbre, nós debandamos com a incoerência das paixões avassaladoras que em nada substituirá a doce fragrância do amor quando este, estiver sempre em movimento.

            Para entendermos esse novo capítulo, o Instrutor Calderaro juntamente com André Luiz, relatado no livro “No Mundo Maior”, pela mediunidade de Chico Xavier, recebeu, a irmã Cipriana, para que o seu auxílio aos dois espíritos – um encarnado e outro desencarnado – ligados pela vingança, ali, assistidos, chegasse, enfim, ao seu término.

            Próxima a eles, os envolveu com claridades sublimes de paz através de uma prece inspirada através dos acordes do coração em êxtase. Tocou com as mãos o espírito ali semi-liberto que ao vê-la ajoelhou-se tratando-se da mãe de Jesus. Considerou um infeliz diante daquela visita inesperada, pois como disse, tinha matado um homem. Mas ela sempre dava esperanças de corrigenda ao homicida, pois Deus não era mais aquele Pai vingativo qual o soe o homem comum na Terra. Era Ele Justo, Magnânimo, Misericordioso, Superior a tudo e a todos.

            Diante do descalabro daquele espírito à sua frente disse-lhe firme nas palavras: “Como conciliar a justiça com o crime…” Muitos no mundo acreditam que, em determinadas situações matar o semelhante é a solução mais acertada para sanar certos supostos inimigos do caminho. Devemos convir que a justiça humana está desgastada pelo tempo. O homem, hoje, desenvolveu certos fatores de compreensão principalmente quando no mal uso do livre-arbítrio. Hoje sabe-se muito bem do que se faz, contudo, mesmo no mais íntimo do coração, todo homem é alertado por determinadas enchanças do mal que venha praticar. Nada fica oculto de Deus como também do homem pois que a consciência é, pois, o juiz intimorato das profundas elucubrações do pensamento humano. É isso aí. Comigo, Leitor Amigo?13

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