Há quem diga que todo jornalista é um historiador, pois aquilo que ele escreve fica para a posteridade, assim como acontece com a história impressa em livros que passam de mão em mão, projetando-se pelo futuro afora. Como tal me considerando, vou deixar plasmado neste texto, às futuras gerações que porventura o usarem como objeto de pesquisa, aquilo que, com base nas evidências, acredito que aconteceu politicamente no Brasil, a partir da ascensão de Lula à Presidência da República.

Sendo uma pessoa inculta, ele precisou recorrer a indivíduos dotados de algum conhecimento para poder dar conta de exercer o importante cargo para o qual fora guindado sem nenhum preparo para tal. Tendo de comer pela mão dos outros, Lula se tornou uma presa fácil dos espertalhões dos quais se acercou, fazendo o que eles queriam, pois não tinha cabedal de conhecimentos para contraditar aquilo que eles determinavam que ele fizesse.

Lula, uma marionete da máfia dominante 5

Enquanto um grupo de “auxiliares” se preocupava em levá-lo para o apreço popular, outro o conduzia no sentido de corromper o poder, através da indicação de sujeitos inescrupulosos para cargos de relevância, como os de ministro do STF e outros. No primeiro grupo, atuaram os mentores do mensalão, que comprou parlamentares para a aprovação de projetos popularescos do Poder Executivo. No segundo, surgiram os conselheiros, que diziam a Lula: indica fulano ou beltrano para ocupar esse ou aquele cargo.

A partir daí, aflorou a máfia dominante que até hoje manda e desmanda neste país, ignorando por completo o estado de direito e os preceitos constitucionais que se tornem empecilhos à consecução de seus objetivos inconfessáveis. Atente-se para o fato de Lula, que deveria sofrer impeachment por ser o chefe do Governo do mensalão, não só ter ficado isento de suspeição sobre o esquema criminoso como também haver concorrido à reeleição e “vencido”.

Por que grifei a palavra “vencido” com aspas? Porque considero a possibilidade de ter começado naquela eleição a manipulação eleitoral macabra que mantém ainda hoje o glutão Luiz Inácio Lula da Silva à testa da chefia da nação. Claro que isso não acontece de forma contínua, pois, nesse período, houve a presença de Dilma (Temer) e de Jair Bolsonaro na Presidência da República.
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Com relação à Dilma, também do PT, a interrupção se deu por força de lei, já que Lula não poderia concorrer a um terceiro mandato. Quanto à eleição de Bolsonaro, tudo faz crer que foi uma vitória consentida pelo processo eleitoral, pois, se Haddad tivesse vencido, deveria pleitear a reeleição, impedindo assim que Lula — a marionete manipulável dos mandarins do poder — “vencesse” novamente em 2022, permitindo os desmandos governamentais, que tornam este país a Ditadura Judicial que aí está, prendendo pessoas sem culpa formada e sem exercer, sequer, o sagrado direito de defesa.

Esse meu ponto de vista pode ser questionado sob a indagação do porquê de Lula ter sido condenado e preso nesse mesmo período em que defendo a tese de ter facilitado a presença de gente de sua laia nos principais cargos do país. A explicação é que sua condenação e prisão foram prolatadas pela instância inferior do Judiciário, pois a cúpula representada pelo STF, integrada pela maioria de ministros nomeados por ele e pelo PT, o descondenou e, em conluio com o TSE, o reconduziu ao poder, para continuarem protagonizando esse filme de terror a que estamos assistindo e sentindo na pele.

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