Juca de Oliveira, De João Gibão a Dr. Albieri, uma Carreira Inesquecível

Lino Tavares

 

O Brasil pranteia ontem, 21/03/2026, a derradeira partida de Juca de Oliveira, aos 91 anos, um de seus mais renomados ícones na arte de representar. José Juca de Oliveira Santos, o grande artista que hoje partiu, foi um ator, diretor e dramaturgo que encantou gerações,  interpretando personagens que marcaram época na televisão brasileira.

O Brasil pranteia hoje, 21/03/2026, a derradeira partida de Juca de Oliveira, aos 91 anos, um de seus mais renomados ícones na arte de representar. José...

Iniciou sua brilhante  carreira no teatro brasileiro de comédia, desempenhando importantes papéis em peças como O Semente, O Pagador de Promessas, A Morte do Caixeiro Viajante e outras.

Depois de passar pelo teatro de Arena, ingressou na TV Tupi, de São Paulo, onde   alcançou enorme sucesso na novela Nino, o Italianinho, de Geraldo Vietri. Depois, ingressou na Rede Globo onde recebeu consagração nacional como um dos maiores atores do País.

O Brasil pranteia hoje, 21/03/2026, a derradeira partida de Juca de Oliveira, aos 91 anos, um de seus mais renomados ícones na arte de representar. José...

Porém, jamais deixou de fazer teatro, sua grande paixão. Montou companhia própria e aí descobriu sua outra grande vocação, a de autor teatral. As casas estiveram sempre lotadas, quando Juca montou “Meno Male”, “Hotel Paradiso”, “Caixa Dois”.

Na televisão, deu vida a personagens célebres, como o misterioso João Gibão em Saramandaia, eternizado pela cena emblemática de seu voo sobre a cidade de Bole Bole. Em 2001 Juca de Oliveira trabalhou na novela O Clone que falou sobre a Clonagem um tema muito importante.

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Ele interpretou o médico Doutor Augusto Albieri, que é o mais importante da carreira dele na Televisão. Neste século, ele nos brindou com seu enorme talento até  2017, quando interpretou o diabólico e renomado advogado Natanael na novela O outro lado do Paraíso, de Walcyr Carrasco.

O desenlace de Juca de Oliveira abre uma enorme lacuna na dramaturgia brasileira, mas o ator deixa como legado exemplos ímpares de abnegação naquilo a que o ser humano se propõe realizar para que sua passagem terrena não seja considerada em vão.

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