Lino Tavares
Transformados em minorias remanescentes dos verdadeiros donos desta terra chamada Brasil, pela expropriação gananciosa do colonizador branco e de bandoleiros autointitulados “produtores rurais”, nossos índios pagam caro, nos dias atuais, pelo pouco que representam como ‘massa de manobra’ da politicagem que conduz ao poder, impropriamente chamada de “eleições livres e democráticas”.
VAMOS IMPEDIR O SUICÍDIO COLETIVO DOS ÍNDIOS Guarani-Kaiowá
Uma carta assinada pelos líderes indígenas da aldeia Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, e remetida ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI), anuncia o suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a Justiça Federal mandar retirar o grupo da Fazenda Cambará, onde estão acampados provisoriamente às margens do rio Hovy, no município de Naviraí. Os índios pedem há vários anos a demarcação das suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros.Leia a íntegra da carta dos índios ao CIMI:
http://blogapib.blogspot.com.
Veja e ouça aqui o povo Guaraní-Kaiowa:
http://www.avaaz.org/po/

Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor

Lino, muito obrigado pelas sábias colocações a respeito do drama vivido pelos índios brasileiros. Realmente temos a impressão que há um interesse eleitoreiro por trás das “justiças sociais” praticadas pelo atual governo. É o já conhecido assistencialismo que arrebanha votos. Sou a favor do bolsa família e de todos os programas nacionais que visam a diminuição das diferenças sociais no Brasil, mas acho engraçado que essas ações não alcancem os brasileiros não-votantes. Vivemos um momento revolucionário de comunicação e mobilização social, e eu espero siceramente que esse seja o embrião de uma nova maneira do cidadnao se relacionar com as decisões do seu país. Mais uma vez, obrigado pela atenção dedicada ao assunto. Grande abraço!
Valeu, Dimitre. Tenho acompanhado tua participação nesse mutirão que visa a defender os interesses de nossos patrícios das tribos. Isso revela cidadania autêntica e senso de civilidade, posto que ser civilizado não é viver entre os povos mais civilizados, mas cultivar o amor e o respeitos por todas as civilizações, independente do grau de cultura e do nível de modernidade em que vivem. Abraços.
aUTORIDADES?!!
Triste ilusão…
Bem, compartilhei no Facebook
Maria Marçal – Porto Alegre – RS
Obrigado, Maria Graça. Nossas iniciativas voltadas ao bem comum sempre haverão de contar com nosso apoio recíproco, porque somos amigos e comunicadores da mesma vertente: a do bem. Bjs com carinho.