Cláudia Cardinale deixa um legado eterno como ícone de beleza, talento e representatividade feminina no cinema mundial, com interpretações marcantes que iluminaram a Sétima Arte e continuarão inspirando gerações futuras.
Lino Tavares
A Sétima Arte perdeu dia 23 deste mês, terça-feira, uma de suas mais destacadas atrizes de todos os tempos, com o falecimento ,aos 87 anos, de Cláudia Cardinale, símbolo da representatividade feminina do cinema mundial, do qual se tornou ícone de beleza e talento, nas décadas de 1960 e 1970.
Claude Josephine Rose Cardinale nasceu em Túnis, capital da Tunísia, no dia 15 de abril de 1938 .Estrelou alguns dos filmes europeus mais aclamados das décadas de 1960 e 1970, principalmente italianos ou franceses, mas também brilhou no cinema inglês. Entre eles, destacam-se Vagas estrelas da Ursa, de Visconti, onde interpreta uma órfão de pai, morto no Holocausto, que desenvolve uma relação incestuosa com o irmão.
Em La Storia, de Luigi Comencini, com a sua interpretação de uma viúva durante a segunda guerra mundial. Além desses filmes, podem ser citados também La ragazza con la valigia de Valerio Zurlini e Libera de Mauro Bolognini, O Leopardo, Rocco e seus irmãos. Em 1971 estrelou, ao lado de Brigitte Bardot, o filme As Petroleiras.
Deixa um legado de inesquecíveis interpretações que serão eternamente lembradas pelos apreciadores da dramaturgia universal que vivenciaram sua luminosa passagem artística, bem como pelas futuras gerações que dedicarem apreço ao mundo do cinema, através da pesquisa constante da doce arte de representar.
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