Foro de São Paulo, O Eixo do Mal nas Américas

Gilberto Vieira de Sousa

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O que é o Foro de São Paulo

O Foro de São Paulo foi fundado por Luis Inácio Lula da Silva e o já falecido Fidel Castro em 1990, mas mesmo após estes quase 28 anos de atuação e longa exposição na mídia e na internet, há ainda muitas pessoas que não conhecem e não sabem o que é o Foro de São Paulo.

Há inúmeros líderes da esquerda Latino americana e narco terroristas na composição desta entidade

Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, admitiu em 2012, durante visita realizada à Venezuela, que as FARC formam parte do comando do Foro de São Paulo.

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O Foro de São Paulo foi fundado pro Luis Inácio Lula da Silva e Fidel Castro em 1990

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Vejamos um resumo do que é o Foro de São Paulo escrito pelo jornalista Alejandro Peña Esclusa

 

Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana. Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo. Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México. Alí decidiram formar uma organização que se autodenominou Foro de São Paulo. Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo.Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há alguns anos tomou a residência do embaixador japonês em Lima.

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Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organizou os protestos populares contra o governo Hugo Chávez e Nicolás Maduro na Venezuela

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Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organizou os protestos populares contra o governo Hugo Chávez e Nicolás Maduro na Venezuela.

O Foro de São Paulo tem reuniões periódicas, sendo uma em cada país membro,  um sistema de comunicação eficaz e permanente, produz a própria revista trimestral que tem como título “América Livre”.

Para financiar as atividades do Foro de São Paulo a captação de recursos é feita através de extorsão, sequestro, invasão de fazendas,roubo de gado, assaltos a banco, transportadora de valores e grandes empresas, cobrança de impostos, pirataria, narcotráfico, contrabando de armas, tráfico de pessoas e uma infinidade de atividades ilícitas praticadas por narcotraficantes, narco terroristas e grupos guerrilheiros.

Como o marxismo da década de sessenta foi rechaçado pela população da América Latina e pelas forças armadas, este grupo resolveu inovar sua atuação, adotaram como armas e ferramentas a demarcação indígena, criação de territórios quilombolas, criação de um ecologismo radical e criaram duas teologias, uma para a igreja católica chamada Teologia da Libertação, liderada por Frei Beto, cardeal Paulo Evaristo Arns e Padre Leonardo Boff e outra chamada Teologia da Missão integral, liderada entre outros pelo pastor Caio Fábio, Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Carlos Queiroz, Paulo Cappeleti, Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Pastor Carlos Bezerra Jr e Marcos Botelho.

O indigenismo prega a luta indígena pelos seus direitos, mas na realidade serve para demarcar terras ricas em riquezas minerais e metais nobres, impedindo a exploração deste material e também as demarcações avançam sobre terras produtivas, prejudicando a produção agrícola e pecuária, além de em alguns países as áreas indígenas serem utilizadas para formação e trinamento de grupos guerrilheiros, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional e também a promoção do separatismo, argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas são próprios e não do Estado nacional.

 

O movimento ecológico radical avança proibindo o produtor rural de utilizar toda sua área agricultável e/ou de pasto, sendo obrigado a reservar parte da área para preservação ambiental, cria-se problemas diversos, por vezes impedindo o avanço, conclusão e/ou realização de projetos importantes para o escoamento da produção rural e o desenvolvimento da região. Há inúmeras estradas em condições hiper precárias, onde as prefeituras são proibidas de corrigir os problemas pois a maioria das intervenções ferem o código ambiental. Novas estradas, pontes e rodovias encontram infinitas dificuldades para serem construídas e os galpões empresariais, que em qualquer ramo de atividade gera diversos empregos, muitas das vezes são proibidos de serem construídos e/ou ampliados. Obras públicas de infraestrutura, ampliação de redes de água potável e torres de distribuição elétrica e telefonia são barradas e/ou impedidas de serem realizadas, ou quando são autorizadas, para que se adeque as normas ficam com os custos aumentados em muitas vezes.

Quando um grande produtor rural consegue ser altamente produtivo e eficaz seguindo todas as regras ambientais, se esquivando de índios e quilombolas, provavelmente sofrerá invasões da quadrilha terrorista armada do MST, que só libera a fazenda diante o pagamento de extorsão, pois o objetivo do Movimento sem terra nunca foi a reforma agrária, mas sim a captação de recursos financeiros para a compra de armas de fogo, explosivos, carros e ônibus e a partir de 1990, ajudar a financiar o Foro de São Paulo. Além deste caso citado acima, quando o governo avança na reforma agrária e distribui terras para os membros do movimento sem terra, o próprio movimento sem terra, alguns meses depois, remove os assentados, vende as terras e fica com o dinheiro.

O movimento dos sem teto, aqui no Brasil representado pelo MTST, age da mesma maneira que o movimento sem terra, porém nas áreas urbanas. Invade prédios e cobra dinheiro dos proprietários para desocupar o local. Os movimento dos sem teto, quando seus afiliados são contemplados nos programas habitacionais dos governos, algum meses depois são obrigados a vender o imóvel e entregar o dinheiro para o movimento.

Há grupos especializados em sequestro e os recursos oriundos dos resgates são repartidos entre o grupo de sequestradores, o governo de Cuba, o governo da Venezuela e o Foro de São Paulo.

Há também dinheiro vindo de narcotraficantes internacionais, entre estes estão as FARC, Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia. Parte do dinheiro do tráfico de drogas e contrabando de armas vai para o Foro de São Paulo em troca de políticos ligados ao Foro trabalharem para facilitar a entrada e circulação destes produtos no país e também criarem leis que beneficiem os marginais que trabalham para o tráfico.

Em 2008 o investigador colombiano Jesús E. La Rotta publicou um livro intitulado “As Finanças da Subversão Colombiana”, no qual revela os resultados de suas investigações sobre as fontes de financiamento das FARC, do ELN e do EPL. Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber: a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança de pedágios, de onde obtêm um total de U$ 1.030.000.000 ao ano; a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam U$ 5.270.000.000 anuais; o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem U$ 270.000.000 anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem U$ 400 .000.000 ao ano; a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende U$ 150.000.000 em depósitos anuais e, finalmente, o narcotráfico, de onde obtêm U$ 1.130.000.000 ao ano.

Tudo isso soma (U$ 8.250.000.000) oito bilhões e duzentos e cinqüenta  milhões de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.

Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e explica que:

“os grupos subversivos, em particular as FARC e o ELN, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em plenitude o produto global do narcotráfico, que pode representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.

Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta, saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado pelo major colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso cartel de drogas do planeta.

Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros com o tráfico de drogas: aparecem as freqüências de VHF e inúmeros telefonemas dos líderes do Cartel de Cali, assim como atas de reuniões entre as FARC e os narcotraficantes. O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta:

“A infra-estrutura do cartel das FARC tem todos os elementos de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras nacionais”.

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A nota à imprensa que disponibilizo abaixo foi escrita pelo então presidente do PSDB José Anibal, em 2003, relatando o descontentamento do partido por não ter sido convidado para o XXII Congresso da Internacional Socialista, que aconteceu em São Paulo maquela data, provando que o PSDB é apenas mais um dos tentáculos do já podre comunismo Latino Americano

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Nota á imprensa do PSDB a internacional comunista

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A nota à imprensa que disponibilizo abaixo foi escrita pelo então presidente do PSDB José Anibal, em 2003, relatando o descontentamento do partido por não ter sido convidado para o XXII Congresso da Internacional Socialista, que aconteceu em São Paulo maquela data, provando que o PSDB é apenas mais um dos tentáculos do já podre comunismo Latino Americano.

Esta nota foi publicada originalmente no site do PSDB

Nota à Imprensa

Só a ignorância pode explicar – sem, no entanto, justificar — o sectarismo presente à organização do XXII Congresso da Internacional Socialista, que acontece em São Paulo na próxima semana. O encontro deixou de lado forças representativas do campo progressista brasileiro, em especial o PSDB, numa demonstração de manipulação partidária, oficialismo e desconhecimento de nossa realidade política que é de causar vergonha aos que, ao longo da história, empunharam as bandeiras nobres da Internacional Socialista.

A clara perda de representatividade para o evento no plano nacional é resultado direto da simbiose entre um partido que não se cansa de mostrar tentações totalitárias e uma Internacional Socialista cujo comando se mostra, no mínimo, manipulável.

Estamos falando do PT, legenda de traço conservador indisfarçável, patente nas alianças que mantém com as piores oligarquias, no uso do marketing mais populista, no desprezo por conquistas sociais como o reforço das verbas para a saúde pública, no desrespeito a princípios básicos de proteção ao meio ambiente, na burla à ética pessoal mais óbvia que se exige do administrador público, no aparelhamento desenfreado da máquina estatal. Nada disso, nem a oportunista declaração do presidente Lula de que nunca foi de esquerda, impediu o PT de ser elevado à condição de anfitrião do congresso de São Paulo.

Com a agravante de que o ideologicamente vacilante Partido dos Trabalhadores é apenas observador na Internacional Socialista e assim irá se manter. Ao PDT, membro efetivo da organização, não foi dada a condição de atuar como anfitrião. É bom lembrar: o PDT hoje está longe do poder central.

Que interesses fizeram com que a organização do congresso, capitaneada pelo secretário-geral Luis Ayala, se permitisse envolver pelo canto de sereia do PT-governo? Chileno, Ayala deve ter conhecimento sobre os tantos quadros progressistas brasileiros — boa parte hoje do PSDB, mas também em outros partidos – que respaldaram e apoiaram seu povo contra a tirania de direita que assolou seu país. Procurando boa-fé, acreditemos que o viés sectário e chapa-branca do encontro de São Paulo é resultado de mera ignorância sobre o contexto político brasileiro ou fruto de incapacidade de fazer julgamentos ideológicos minimamente consistentes.

O fato é que, depois do ocorrido, expressões como representatividade, justiça, igualdade e, sobretudo, democracia, terão um pouco menos de significado cada vez que forem pronunciadas neste Congresso da Internacional Socialista.

José Aníbal

Presidente nacional do PSDB

 

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A UNASUL, União de Nações Sul-Americanas  é uma organização intergovernamental composta pelos doze países da América do Sul e foi fundada dentro dos ideais de integração destes países para fortalecer a formação do tão sonhado Bloco socialista americano

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O que é a UNASUL

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A UNASUL, União de Nações Sul-Americanas  é uma organização intergovernamental composta pelos doze países da América do Sul e foi fundada dentro dos ideais de integração destes países para fortalecer a formação do tão sonhado Bloco socialista americano.

Disfarçado de Mercado Comum do Sul (Mercosul), a iniciativa teria como líder a família Castro e como financiador do bloco o Brasil.

O Tratado Constitutivo da Unasul foi assinado em Brasília em 23 de maio de 2008, durante a Terceira Cúpula de Chefes de Estado, onde se definiu definiu a instalação da sede em Quito no Equador, o Parlamento sul-americano em Cochabamba na Bolívia, e a sede do seu banco, o Banco do Sul, em Caracas na Venezuela.

Néstor Kirchner foi eleito em 2010 o primeiro Secretário-geral da Unasul, com mandato de dois anos na sede em Quito.

Embora seus idealizadores neguem, a UNASUL é apenas uma das ferramentas para tentar trazer o comunismo definitivamente para a América Latina e ampliar a força da família Castro, que não ficaria mais restrita apenas à ilha prisão.

Com o avanço da agenda do Foro de São Paulo e da Unasul, apenas a Venezuela implantou o comunismo, mesmo sob protestos de 90 por cento da população, que é contrária a implantação do regime mais nefasto do planeta em seu país.

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Fidel Castro finalmente morreu, na Argentina a esquerda perdeu as eleições, no Brasil, embora a agenda ainda esteja caminhando, mas Lula e seus aliados brasileiros estão a caminho da cadeia e alguns poucos já estão presos. A Venezuela enfrenta problemas diplomáticos diversos. Foi espedido pedido de prisão da ex-presidente e senadora Cristina Kirchner na Argentina e  Pepe Mujica está sendo investigado pela policia federal do Uruguai e pela Interpol.

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Cenário atual

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Atualmente o Foro de São Paulo está fazendo o rescaldo de seus diversos fracassos.

Fidel Castro finalmente morreu, na Argentina a esquerda perdeu as eleições, no Brasil, embora a agenda ainda esteja caminhando, mas Lula e seus aliados brasileiros estão a caminho da cadeia e alguns poucos já estão presos. A Venezuela enfrenta problemas diplomáticos diversos. Foi espedido pedido de prisão da ex-presidente e senadora Cristina Kirchner na Argentina e  Pepe Mujica está sendo investigado pela policia federal do Uruguai e pela Interpol.

Aos poucos o Foro de São Paulo irá se desmanchando e a onda conservadora que vem crescendo no mundo vai ganhando força.

A Eleição de Donald Trump nos EUA e sua intenção de sair do conselho de segurança da ONU irá repercutir junto a direita latino-americana puxando definitivamente a saída dos países que tem afinidade com esta agenda, enfraquecendo ainda mais a agenda da esquerda.

A socialista Michelle Bachelet será substituída em março pelo ex-presidente conservador Sebastián Piñera (2010-2014), que foi eleito com 54,58% dos votos.

As baixas da esquerda continuarão a acontecer e as cadeias terão cada vez mais membros de seus partidos.

Gilberto Vieira de Sousa

Gilberto Vieira de Sousa é Jornalista (MTB 0079103/SP), técnico em Sistemas de TV Digital, Fotografo Amador, Radioamador, idealizador e administrador dos sites GibaNet.com e Cotajuridica.com.br

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