Clube Militar Não é Quartel - Gibanet.com

Clube militar
Clube Militar

Lino Tavares

Esse manifesto procedente dos Clubes Militares, que será lido a seguir,  é legítimo e não fere preceitos constitucionais nem regulamentares das Forças Armadas. Os clubes militares não estão diretamente subordinados à cadeia hierárquica das Instituiçoes Militares, tampouco os militares da reserva estão proibidos de se manifestarem politicamente, até porque são livres para exercer qualquer profissão e até concorrer a cargos políticos sem pedir licença à Força Armada a que esitverem vinculados. Da mesma forma como a Ordem dos Advogados do Brasil desfruta de liberdade para tomar posição acerca desse ou daquele fato, agindo inclusive como instiuição pública,  ao arbitrar o Exame de Ordem para que brasileiros saídos das faculdades de Direito possam exercer a profissão a que se habilitaram, como nas demais, pelo instituto da diplomação, os Clubes Militares também podem reagir diante de uma cretinice expressa, como essa da turma da “Comissão da Meia Verdade”, tentando golpear a Lei da Anistia, mas só na parte que se refere aos agentes do “Regime Militar”, porque se fosse para chamar todos os que extrapolaram, agindo ao arrepio das leis vigentes, a própria presidente Dilma Rousseff teria que ser inquirida para explicar seus atos de militante da extrema esquerda, que são do conhecimento público e, se repetidos hoje por qualquer pessoa, serão capitulados como crimes sujeitos a processos penais nas barras dos tribunais.

Manisfesto conjunto dos Clubes Militares
No dia 31 de outubro de 2010, após ter confirmada a vitória na disputa presidencial, a Sra Dilma Roussef proferiu um discurso, do qual destacamos o parágrafo acima transcrito. Era uma proposta de conduzir os destinos da nação como uma verdadeira estadista. 

Logo no início do seu mandato, os Clubes Militares transcreveram a mensagem que a então candidata enviara aos militares da ativa e da reserva, pensionistas das Forças Armadas e aos associados dos Clubes. Na mensagem a candidata assumia vários compromissos. Ao transcrevê-la, os Clubes lhe davam um voto de confiança, na expectativa de que os cumprisse.

Ao completar o primeiro ano do mandato, paulatinamente vê-se a Presidente afastando-se das premissas por ela mesma estipuladas. Parece que a preocupação em governar para uma parcela da população sobrepuja-se ao desejo de atender aos interesses de todos os brasileiros.

Especificamente na semana próxima passada, e por três dias consecutivos, pode-se exemplificar a assertiva acima citada.

Na quarta-feira, 8 de fevereiro, a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos concedeu uma entrevista à repórter Júnia Gama, publicada no dia imediato no jornal Correio Braziliense, na qual mais uma vez asseverava a possibilidade de as partes que se considerassem ofendidas por fatos ocorridos nos governos militares pudessem ingressar com ações na justiça, buscando a responsabilização criminal de agentes repressores, à semelhança ao que ocorre em países vizinhos. Mais uma vez esta autoridade da República sobrepunha sua opinião à recente decisão do STF, instado a opinar sobre a validade da Lei da Anistia. E, a Presidente não veio a público para contradizer a subordinada.

Dois dias depois tomou posse como Ministra da Secretaria de Política para as Mulheres a Sra Eleonora Menicucci. Em seu discurso a Ministra, em presença da Presidente, teceu críticas exarcebadas aos governos militares e, se auto-elogiando, ressaltou o fato de ter lutado pela democracia (sic), ao mesmo tempo em que homenageava os companheiros que tombaram na refrega. A platéia aplaudiu a fala, incluindo a Sra Presidente. Ora, todos sabemos que o grupo ao qual pertenceu a Sra Eleonora conduziu suas ações no sentido de implantar, pela força, uma ditadura, nunca tendo pretendido a democracia.

Para finalizar a semana, o Partido dos Trabalhadores, ao qual a Presidente pertence, celebrou os seus 32 anos de criação. Na ocasião foram divulgadas as Resoluções Políticas tomadas pelo Partido. Foi dado realce ao item que diz que o PT estará empenhado junto com a sociedade no resgate de nossa memória da luta pela democracia (sic) durante o período da ditadura militar. Pode-se afirmar que a assertiva é uma falácia, posto que quando de sua criação o governo já promovera a abertura política, incluindo a possibilidade de fundação de outros partidos políticos, encerrando o bi-partidarismo.

Os Clubes Militares expressam a preocupação com as manifestações de auxiliares da Presidente sem que ela, como a mandatária maior da nação, venha a público expressar desacordo com a posição assumida por eles e pelo partido ao qual é filiada e aguardam com expectativa positiva a postura de Presidente de todos os brasileiros e não de minorias sectárias ou de partidos políticos.

Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 2012

V. Alte Ricardo Antonio da Veiga Cabral

Presidente Clube Naval

Gen Ex Renato Cesar Tibau da Costa

Presidente Clube Militar

Ten Brig Carlos de Almeida Baptista

Presidente Clube de Aeronáutica

 

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Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor

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