A "Marolinha Energética" da Dilma - Gibanet.com

Lino Tavares

Com o foco sempre voltado para o fisiologismo político que aponta sistematicamente para a continuidade no poder, a lamentável Era PT no comando do Brasil tem se caracterizado pela propaganda enganosa e pelas frases de efeito proferidas irresponsavelmente, diante de situação críticas que requerem muito mais ação do que conversa fiada em rede nacional. Assim foi durante o auge do caos aeroportuário, quando Lula vinha à televisão dizer que tudo estava sob controle, nas situações de calamidade pública das grandes cheias, quanto o presidente contemplava de cima a catástrofe, em voos inúteis, mas praticamente nada fazia para resolver o problema das populações atingidas.  Assim está sendo agora, quando a presidente Dilma, após anunciar  redução nas contas de luz, que na verdade seria a devolução de parte do que nos tem sido roubado pelas empresas fornecedores, vem a público dizer que a possibilidade de racionamento de energia é uma piada, mesmo convivendo com essa realidade que aí está, configurada em repetidos apagões e na entrada em funcionamento, em caráter emergencial, das velhas, poluidoras e quase ‘aposentadas’ usinas termelétricas, movidas a gás, a óleo diesel e até a carvão. Na matéria a seguir, temos um relato sobre a questão, relativamente ao sistema energético gaúcho.

Link original: Vi de Versus

Termoeletrica Alegrete

SITUAÇÃO ELÉTRICA DRAMÁTICA PÕE EM OPERAÇÃO A USINA DE ALEGRETE

A terrível situação da energia elétrica do Brasil, na iminência de um apagão e racionamento, levou o governo da petista Dilma Rousseff a ordenar a entrada em operação, no último dia 21 de dezembro, da usina térmica de Alegre, parada há mais de um ano, e que queima óleo diesel. Em Canoas, desde outubro, também foi acionada a usina de Sepé Tiaraju. Se a situação dos reservatórios continuar a se deteriorar, é possível até que Porto Alegre tenha uma térmica reativada: a Nutepa, na entrada da Capital e quase em frente à Arena do Grêmio, já foi testada e pode ser acionada caso haja necessidade. Duas semanas depois de voltar a operar, a usina em Alegrete habita o imaginário dos produtores que reclamam constantemente de quedas no fornecimento de energia. Com caldeiras movidas a óleo combustível, a termelétrica retomou as atividades após despacho pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). No momento, a usina gera 50 megawatts, segundo Renato Barbosa, gerente regional de termelétricas do Estado da Tractebel Energia. A situção das usinas termelétricas no Rio Grande do Sul é a seguinte: em operação – Alegrete, 66MW; Charqueadas, 72 MW; Candiota, 796 MW; São Jerônimo, 20 MW; Sepé Tiaraju (Canoas), 161 MW. Será reativada a usina termelétrica (gás) de Uruguaiana, capaz de geral  639 MW. E poderá ser reativa a Nutepa (Porto Alegre), com capacidade de geração de 24 MW.

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