Jair Bolsonaro, um presidente fiel aos princípios que sempre defendeu - Gibanet.com

Lino Tavares

A esquerda e os setores da mídia que rezam pela mesma cartilha, se não são idiotas, fingem ser com extrema perfeição.

Desde que os militares deram por cumprida a missão de impedir a sovietização da Brasil, restabelecendo a plenitude democrática, o exercício do poder esteve nas mãos da esquerda moderada, sob o governo de FHC, e da extrema esquerda a partir do governo Lula.

À sombra desses governos integrados por opositores ferrenhos do chamado “Regime Militar”, tudo foi feito, com o aval do poder vigente, no sentido de criminalizar o governo instalado a partir do contra-golpe anticomunista de 1964, No decorrer dessa farra de poder esquerdizado, surgiram centenas de “vítimas” de torturas que teriam sido sofridas sob o poder da época, que nada precisaram provar para serem contemplados com indenizações milionária e pensões capazes de fazer inveja a familiares de antigos combatentes da FEB e da Guerra do Paraguai.

 

Criou-se uma tal “Comissão da Verdade”, para apurar a violações de direitos humanos, supostamente ocorridas na época, totalmente desprovida de isenção, haja vista ter entre seus membros antigos militantes de movimentos contrários ao governo acusado. Sob a orquestração dessas “verdades”, que davam conta de um regime opressor e sanguinário que nunca existiu, viveram-se os penosos anos dos governos esquerdistas, que corromperam o poder, levando nosso país à beira do precipício.

 

Criou-se uma tal "Comissão da Verdade", para apurar a violações de direitos humanos, supostamente ocorridas na época, totalmente desprovida de isenção

 

Enquanto a “orquestra sinfônica” da velha militância derrotada entoava suas inverdades ardilosamente elaboradas, uma voz isolada contraditava tais versões, repetindo em plenário, à exaustão, que o Brasil estava sendo governado por antigos traidores pátrios derrotados, que tentavam, com mentiras veiculadas na mídia facciosa, denegrir a imagem daqueles que bravamente impediram que os “lacaios de Moscou” entregassem a soberania nacional e a liberdade dos brasileiros aos ditames da famigerada Ditadura do Proletariado. Essa voz solitária se chamava Jair Messias Bolsonaro, reeleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, repetidas vezes, sempre com expressiva votação.

 

Essa voz solitária se chamava Jair Messias Bolsonaro, reeleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, repetidas vezes, sempre com expressiva votação

 

O parlamentar se sentia tão seguro para defender o Governo dos Militares e contestar a farsa das esquerdas encasteladas, que chegou a questionar em plenário a honradez pregressa da presidente Dilma Rousseff, perguntando o que ela teria feito com sua parte do dinheiro conseguido no assalto ao cofre do ex-governador paulista Adhemar de Barros, perpetrado pela organização comuno-terrorista da qual ela fazia parte. Nos seus pronunciamentos congressuais ele nunca mediu palavras para acusar a presidente Dilma de ex-militante terrorista, citando em alto e bom som as ações criminosas registradas em sua ficha criminal, que caiu no domínio público.

Corroborando com firmeza o lado que sempre defendeu, Bolsonaro rendeu tributo à memória do Coronel Brilhante Ustra, acusado de torturador por pseudo torturados, durante a votação do Impeachment de Dilma Rousseff na Câmara Federal . Dizendo tudo quanto sempre disse, sem papas na língua, e assumindo a posição que sempre assumiu, sem medo das reações em contrário, o deputado Jair Bolsonaro jamais foi sequer denunciado por quem deveria ter se sentido caluniado (a), no sentido de responder judicialmente pelas afirmações que fazia, atacando nada menos do que a mulher que ocupava a mais alta magistratura da Nação.

Foi conhecendo as ideias de Bolsonaro e suas verdades que o povo brasileiro o elegeu presidente da República, esperando logicamente que ele continuasse sendo no exercício do cargo aquele que sempre foi, acusando tudo e todos a quem sempre acusou e defendendo aquilo que sempre defendeu.

 

Foi conhecendo as ideias de Bolsonaro e suas verdades que o povo brasileiro o elegeu presidente da República

 

Mesmo ciente disso, a mídia desmamada das benesses do poder se mostra espantada, horrorizada com o fato de o presidente Jair Bolsonaro ter reclamado do presidente da OAB o fato de não haver permitido a quebra de sigilo telefônico dos advogados do assassino Adélio Bispo, que o tentou assassinar, e, em resposta a uma crítica que sofreu, ter declinado a versão que possui acerca do desaparecimento do pai do dirigente da Ordem, ocorrido à época em que militava em organização da extrema esquerda na década de 1970. Alegam que Bolsonaro não tem como provar o que afirma sobre esse fato, mas nunca explicaram se os linguarudos da extrema esquerda têm como provar os crimes e o sumiço de opositores do regime, como o pai do atual presidente da OAB, levianamente atribuídos ao que chamam impropriamente de “Ditadura Militar”.

 

eventos de 31 de março e de 1º de abril de 1964
Brasil, São Paulo, SP, 19/03/1964. Manifestantes durante a Marcha pela Liberdade nas ruas centrais de São Paulo. – Crédito: DOMICIO PINHEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/ Código imagem:158366

Será que essa mídia burra e mal intencionada ainda não se deu conta de que Bolsonaro foi eleito para continuar sendo aquilo que sempre foi ? Ou esperavam que, uma vez empossado na Presidência da Nação, ele fosse renegar as suas verdades e aderir ao conluio esquerdo-midiático que levou nosso país ao fundo do poço nessas quase quatro décadas de roubalheiras, desmandos e conspiração em prol da implantação de uma ditadura de extrema esquerda, semelhante àquela que a Revolução Democrática de 1964 (povo, imprensa, igreja, entidades de classes, inclusive a OAB, e Forças Armadas) abortou naquele memorável 31 de Março.

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