O que leva as pessoas a lerem um livro? O que leva as pessoas ao cinema? “Uma boa história”, responderiam alguns. A Editora Butterfly lança no dia 25 de setembro o livro ‘A Menina Índigo’ baseado no filme de Wagner de Assis. O lançamento do livro ‘A Menina Índigo’ acontecerá às 19 horas na Livraria Martins Fontes, SP e no dia haverá também uma palestra com o roteirista.
“A verdade é que quando um filme chega às telas, outro já aconteceu nos bastidores. ‘A Menina Índigo’ é exatamente sobre isso. Sobre a história surgida atrás das câmeras quando resolvemos contar a vida de uma criança índigo, numa jornada de aprendizado e compreensão dos tempos em que vivemos e de seus protagonistas”, explica o diretor, roteirista e produtor Wagner de Assis.
A edição de ‘A Menina Índigo’ conta com todos os detalhes de como foi o trabalho de composição do longa-metragem, mas também as reflexões e aprendizados da equipe ao lidar com crianças tão especiais.
O filme e o livro surgiram devido a enorme crise sobre como lidar com as crianças nos dias atuais. Pais, pedagogos, pediatras, psicólogos e até mesmo psiquiatras não se entendem em diversos aspectos. Em meados dos anos 80, uma psicóloga americana chamada Nancy Ann Taylor começou a perceber, através de uma capacidade que tinha de observação dos campos energéticos de seus pacientes, todos crianças, as mesmas colorações de suas auras – que variavam do azul claro ao azul índigo, com reflexos no lilás também.
Daí nasceu um estudo que se expandiu e teve ressonância com outros profissionais que lidavam com crianças também. Todos apresentavam os mesmos problemas de relacionamentos com o mundo, às mesmas questões em relação ao conceito de normalidade, os mesmos conflitos com pais autoritários e insensíveis, e, também, a mesma forma de lidar com o conhecimento que vinha da escola. Eram hiperativos para determinadas coisas, tinham déficits para outras. Assim, para facilitar o entendimento do perfil dessas crianças, começaram a chamá-las de índigos – em função da cor de suas auras.
‘A Menina Índigo’ é um livro de bastidores e conta sobre as gravações, sobre a experiência com os índigos, sobre as filmagens e sobre as relações entre os personagens do filme.
Os principais personagens do filme.
LETÍCIA BRAGA estreou na dramaturgia pelas ‘mãos’ de Sofia, a menina índigo. Letícia explica que “Sofia é muito empática (ela aprendeu esse termo com o psicólogo!). Ela acredita no amor e no poder do amor. Ela é sensível. Ela se expressa através da pintura e colore o mundo, e meio que resolve os problemas assim, através da arte”.
MURILO ROSA, ator, produtor associado do filme. No longa, Murilo é o pai da Sofia. O ator conta que as filmagens foram em um clima delicioso e o que o público lerá no livro e verá na tela retrata exatamente a realidade desse período que estivemos juntos. ‘Afeto puro, amor, carinho, atenção e sensibilidade. O nosso dia a dia era assim, coberto de alegria. Os aprendizados dessa experiência levarei pra sempre. Vale a pena lutar pela qualidade e estrutura de sua família. Se dedicar a ela é fundamental e inesquecível, diz Murilo.
FERNANDA MACHADO é a mãe da Sofia no filme. Fernanda acha que ‘cada criança é única, cada criança tem sua personalidade, seu tempo próprio de desenvolvimento, e é preciso respeitar isso. Acho que o filme fala de um assunto muito importante também: sobre a facilidade com que às vezes as crianças são medicadas nos dias de hoje. O filme nos mostra como é importante respeitar a essência de cada criança’!
RENATO PRIETO dá vida ao Jair, um nordestino que é jardineiro da escola onde a menina Sofia (a menina índigo) estuda e ele tem uma relação muito bacana e afetiva com a Sofia. Juntos, eles combinam que vão colorir o mundo, ele com suas flores e ela com tinta. Serão momentos emocionantes e farão as pessoas pensarem sobre vários aspectos da vida e sua simplicidade.
Renato acredita que ‘precisamos apostar em ideias/assuntos que ajudem aos seres encarnados a um melhor entendimento das várias mudanças que vem acontecendo no nosso belo planeta, então, posso garantir que o filme traz belas mensagens além de ser uma oportunidade para pensarmos no assunto’.
Sobre a EDITORA BUTTERFLY
Criada em 2002, a Butterfly Editora é um selo da Petit Editora, cuja proposta editorial é abrir espaço para que a imaginação literária possa alçar voos sem medo do diferente. A borboleta – ágil e multicolorida –, um símbolo de transformação representada em nossa marca, projeta-se no espaço, agitando-se em liberdade, independente, voando na direção de seus sonhos, vislumbrando um amplo horizonte de harmonia e beleza.
Nessa metáfora, que certamente reflete o desejo do ser humano, espelha o objetivo da editora: o de movimentar sentimentos, agilizar ideias, provocar raciocínios e reflexões.
A missão editorial não é apenas oferecer entretenimento ao público, mas também agregar valor e inspiração ao seu dia a dia. No Brasil, o selo Butterfly foi o primeiro a abordar o tema bullying e a existência de crianças índigo. Romances, sagas e trilogias de sucesso também fazem parte do catálogo.
A ousadia faz parte do selo, daí a frase que faz parte da sua logomarca: Aceite nosso desafio. Leia o diferente.
Dados Técnicos do Livro ‘A MENINA ÍNDIGO’
ISBN: 978-85-68674-12-3
Preço capa: R$ 44,90
Páginas: 256
SERVIÇO:
Lançamento do livro ‘A MENINA ÍNDIGO’ em São Paulo:
Noite de autógrafos e palestra – A Menina Índigo: reflexões sobre a nova geração
Data: 25/09 – Segunda-feira
Horário: 19h às 21h30
Local: Livraria Martins Fontes (Auditório) – Av. Paulista, 509 – São Paulo
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Cláudia Rolim é Jornalista por formação, radialista por paixão, atuando no mercado há mais de 20 anos.
Durante 12 anos trabalhou em emissoras de rádio entre RJ e SP. Redigindo textos, apurando fatos, entrevistando artistas e celebridades nacionais e internacionais.
Durante 10 anos esteve na Sapucaí cobrindo o carnaval do Rio de Janeiro. Além das emissoras de rádio também trabalhou em TV onde fez produções e reportagens no programa Documento Verdade na extinta Tv Manchete. Paralelo ao rádio atuou como assessora de imprensa. Entre os clientes de assessoria estão Jerry Adriani, Antonello Venditti, Renato Prieto, Gueminho Bernardes, Dr Luiz Fernando Gevaerd; Também assessorou espetáculos teatrais como Eles Não Usam Black Tie encenado e produzido pelo Flávio Guarnieri; a rede de fast food Bob´s; as Editoras Sextante, Petit e Buttefly que recentemente lançou o livro A Menina Índigo um retrato dos bastidores do filme do mesmo nome e que traz a assinatura do cineasta Wagner de Assis e algumas Ongs.
Em sua carteira de clientes circulam importantes médicos, advogados, psicólogos, entre outros profissionais liberais.
Na área de esportes prestou assessoria nos segmentos de Golf e eventos como Líderes em Campo e o Presidente do Instituto dos Vinhos do Porto e do Douro em Portugal.
Como jornalista criou o blog Cadê as Meninas que acabou se transformando no site Destino e Aplauso que está no ar desde fevereiro de 2018 repleto de entrevistas e matérias sobre cultura, gastronomia e turismo direcionado para o Brasil, Portugal e Itália.
Claudia Rolim comanda seu programa “Oceano de Emoções” na Rádio Vai Vai Brasile Italia FM, onde toca músicas brasileiras, portuguesas e italianas, além de apresentar notícias e entrevistas.
Comanda junto com Rita Amorim os projetos “Casa, Café & Companhia” e “Viajando De Lá Pra Cá”, onde realizam entrevistas e dão dicas de turismo e cultura.

