“Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objeto. Nega-se autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que por sua vez o amplo, é qualquer comportamento ou conjunto de deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa ou ente.
Existe violência de todos os tipos e modos, mas a meu ver, a pior é a violência urbana.
Eu considero a violência urbana como a que ceifa o prazer de viver quando induz o cidadão ao medo, ao pânico, a ira e por que não, à esquizofrênica.
Hoje em dia, eu que moro em uma cidade grande, não consigo ficar nenhum momento no silêncio;
É ruído de trânsito 24 horas por dia;
Barulho de alguns idiotas que andam com os rádios de seus carros ligados em volumes estridentes, e o pior é que quanto maior o volume do som, mais duvidoso é o gosto musical;
Barulho de pessoas que não sabem falar em tons educados, ficam gritando como se todos tivessem a obrigação de ouvir sua conversa. Chego a pensar que, quanto menor a capacidade de raciocínio, maior é a necessidade de falar! Tenho a impressão que, quando uma pessoa não tem capacidade intelectual ela desconta na conversação, geralmente de assuntos fúteis e que não agregam valor algum;
Barulho de cachorros latindo insistentemente, sem que seus donos os repreendam;
Pintar o muro e/ou a fachada de sua residência e/ou comercio está se tornando uma tarefa das mais inúteis, pois assim que o serviço está pronto, vem logo um delinqüente qualquer para pixar e estragar o que custou tanto dinheiro e trabalho;
Deixar seu carro estacionado em frente à sua casa, além de lhe trazer o perigo do furto, tem o perigo de se encontrar o carro riscado;
Na somatória destas violências, a saúde do indivíduo fica comprometida, o convívio social fica comprometido e a felicidade fica cada vez mais difícil de ser alcançada.

Gilberto Vieira de Sousa é Jornalista (MTB 0079103/SP), Técnico em Sistemas de TV Digital, Fotografo Amador, Radioamador, idealizador e administrador dos sites GibaNet.com, AssessoriaAnimal.com.br e cotajuridica.com.br, jornalista no Programa Lira em Pauta, Correspondente internacional na Rádio Vai Vai Brasile Italia FM, jornalista no Programa Meio Ambiente com Renata Franco.


Achei interessante o texto mas infelizmente, permita-me criticar. Foi superficial! relatou apenas os efeitos e não as causas. Muito bem, já que critiquei tenho que colocar então minha opinião sobre as causas da violência. Elas não diferem dos cinco quadrinhos apresentados no início do texto.
1. Falta de amor e respeito ao próximo.
2. Distanciamento dos valores das virtudes pelas sociedades.
3. O feminismo da década de 60. Ele jogou uma grande parcela das mulheres na mesma vala das prostitutas, fazendo com que as mulheres perdessem a dignidade e se tornassem apenas parideiras de filhos que deixam de conceder amor e educação. Ao mesmo tempo obrigou as mulheres dignas a fazerem jornadas de trabalho que as obrigam chegar em casa esbaforidas e sem energia para amar e educar sua prole.
4. Os meios de comunicação em massa que trilharam o caminho fácil da obscenidade.
E quais seriam a solução:
1. Controle da natalidade não pela legalização do aborto, mas pela punição da mulher que engravidar sem condições para criação do filho. Procedendo a esterilização dessa mulher.
2. Leis que permitissem as mulheres que são mães, uma jornada de trabalho pela metade, proibindo-as de desempenharem certas atividades que comprometam sua capacidade de educar.
3. Volta no ensino da matéria Educação Moral e Cívica, além de filosofia e do afastamento de ideologias políticas pelos professores.
É triste ver que a violência urbana levou seus frutos para o interior e com o agravante de as pessoas do interior terem que também se preocupar com os marginais do MST e movimentos afins.
E eu que sempre pensei em me aposentar e mudar para o interior para ter uma vida sossegada estou percebendo que não terei tanta paz assim.
O que fazer, uma revolução armada talvez, pichou o muro leva tiro, veio vender revistinha as 07:00h do domingo leva tiro, gritou ao invés de rezar, leva tiro, será que assim resolve?
Obrigado por seu comentário
Abraços
Giba
Meu… belíssimo post, cara! Revoltado, em tom de desabafo, mas expressa o que todos nós sentimos. Tudo isso já não é exclusividade de cidade grande, não! Moro numa cidadezinha de interior, e, aqui, também não adianta pintar o muro, é cheia de gente desordeira, religiosos que não respeitam a paz alheia (e olha que até eu, sendo cristão, não suporto), muita falta de educação e desrespeito.
Somos todos reféns! Viver não deveria ser tão complicado! O que podemos fazer???
Abraços o/
O texto é muito bom, Concordo Com o autor. Pois Nas grandes metrópoles, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências.
“A pobreza não é causa da violência. Mas quando aliada
à dificuldade dos governos em oferecer melhor distribuição
dos serviços públicos, torna os bairros mais pobres mais
atraentes para a criminalidade e a ilegalidade.”
A pior característica da cidade grande é a falta de respeito que cada cidadão tem com os outros, desconsiderando que os seus atos possam prejudicar o seu próximo.
Perfeita colocação, perfeito post!O "urbano" já diz tudo. Eu sei que é até meio clichê, mas não tenho nem mais palavras.
#beijojávou
Seu texto é muito bom. Não concordo que a pior violência seja a urbana. Mas sem dúvida ela é terrível e nos afronta sim. E somada aos demais tipos de violência é lastimável.
Trata-se de pessoas sem noção, sem respeito ao próximo, sem educação que não compreendem que o direito delas termina quando começa o do outro e assim sucessivamente.
Concordo com todos os ítens a que você se referiu. A época das pipas é angustiante, qualquer um pode perder a vida, não apenas os meninos que o impinam quanto quem está sujeito a ter o pescoço cortado. As pessoas jogam lixo nas ruas o tempo todo, será que fazem isso na sala delas quando estão assistindo a tv e comem ou bebem alguma coisa? São orelhões quebrados e muito mais.
Realmente isso tudo é deprimente. Concordo com você. Excelente postagem.
Abraços.
Bem interessante o texto e,também a imagem.Já tive problema com vizinho que ligava o som com pregação logo cedo ,Tipo não tenho nada contra,mas se fosse só de vez em quando, o pior de tudo, tinha dia era o dia todo.Na minha escola mesmo,tudo quebrado,paredes pintadas.Na minha opinião isso não é culpa dos políticos,mas sim dos pais e ,também do agressor.
Abraços