Passado o ‘glamour libertário’ das manifestações de rua, tudo o que resta é a velha cantilena de sempre, de que ‘vivemos numa democracia plena, desfrutando do estado de direito, onde as pessoas podem se manifestar contra ou a favor do governo, sem serem chamadas a responder por sua rebeldia.
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Tivemos nos últimos meses uma série de manifestações, as quais tiveram seu estopim acesso pela tentativa dos governos municipais de aumentarem a passagem, depois disso vários foram os motes para comoção social.
Nossa Região, pela posição geográfica que ocupa, basta olhar o mapa, é crucial para o ingresso no Estado, seja pela via rodoviária ou pelo Rio Uruguai. Pelo caminho reverso, somos passagem obrigatória para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso, bem como nossa vizinha do Prata, a República Argentina, a poucos 120 Km de Frederico
O Rio Grande inteiro chora o incêndio de grandes proporções ocorrido, neste final de semana, no prédio do Mercado Público de Porto Alegre, um dos mais tradicionais da cidade.
A conta sempre vem. Não há como fugir dela. De uma hora para outra ela aparece, bem na nossa frente.
Os escândalos no Congresso, as falcatruas no governo, a falta de lisura em alguns membros do Judiciário, tudo isso faz crer que a ética está em pane, promovendo a prevalência da tristemente famosa “Lei de Gerson” (a vida é dos espertos).
É comum, nas cidades grandes, a convivência com sirene, indicando que alguém tem pressa de chegar em algum lugar, preterindo o tempo em razão da chamada urgência.
O assalto na Zona Leste de São Paulo, onde culminou com a morte de uma criança de 5 anos, porque ela chorava muito, mostra, mais uma vez, o grau da brutalidade dos bandidos. Precisamos urgentemente de uma reforma no código penal, com leis mais severas, que imponha medo nos bandidos.
O Brasil mostrou – e descobriu – que tem poder. Mostrou que seu grito pode mudar o país. Prova disso, foi a derrubada da PEC 37 na Câmara Federal, 430 votos contra a emenda, e apenas 9 a favor e 2 abstenções.
Movimentos sociais sempre ocorreram no Brasil, no intuito de buscarem reformas e novas posições de negociação com os governos.
Ainda não serão necessários toque de recolher e distribuição de passes para circulação, em decorrência das manifestações que estão ocorrendo no País.
Duas coisas me chamaram muito a atenção no pronunciamento da presidenta Dilma, na última sexta-feira, 21.
Segue aqui um artigo do jornalista Carlos Chagas, aventando uma saída para a Dilma, nos moldes de uma ideia que me ocorreu, cerca de um anos atrás, ou seja, bem antes de ele pensar nisso, talvez pelo fato de eu ser um misto de milico e jornalista, usando a velha projeção militar sobre probabilidades futuras a serviço da comunicação social.
Eu queria que a Presidenta do Brasil viesse sempre a público com as cores do meu país como veio hoje, não só de vermelho, como se aquele vermelho fosse uma segunda pele da qual ela não quisesse e nem pudesse se desapegar…mas assim, espontaneamente!
José Antonio Karacek https://cotajuridica.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Feno-sites.mp4 As vaias na arena em Brasília, na abertura da Copa das Confederações, à Dilma Rousseff, na verdade não foram só pra ela, mas sim para todos os políticos corruptos que estão usando o poder para fazer fortunas pessoais com o dinheiro público. Essas vaias, juntamente com os protestos que vem ocorrendo, [leia mais…]
Pipocam movimentos de rua no Brasil, contra o aumento da passagem de ônibus, que começam com aglomeramento humano, faixas de protesto, palavras de ordem, bloqueio de vias públicas que migram, rapidamente, para arruaças, quebra-quebra, com danos ao patrimônio público e privado.
Antes de entrar no mérito do tema proposto como foco central deste texto, começo dizendo que gosto da cor vermelha e a considerando uma das mais belas e significativas, pois simboliza – apenas para citar dois exemplos – o sangue que nos corre nas veias e a rosa que enfeita o jardim com seu viço e seu perfume.
Depois de ocupar a Presidência da República ao longo de uma década, tendo transformado o Palácio do Planalto no epicentro da corrupção galopante que assola o Brasil de ponta a ponta, sob o beneplácito de um Congresso venal, um Ministério Público não mais que barulhento e um Poder Judiciário contaminado pelas nomeações políticas na Suprema Corte, o PT prepara-se agora para agregar às ações quadrilheiras do governo central a maior potência política e econômica do país, representada pelo Estado de São Paulo, Essa investida petista, visando à conquista do poder na pauliceia, na visão de um bom analista político, já tem rosto e identidade, configurando-se na pessoa de Luiz Inácio Lula da Silva, que breve deverá ser anunciado como o candidato do PT ao Governo paulista.
Com a intenção de cortar gastos, a câmara de vereadores aprovou uma medida para reduzir os salários dos quase dois mil professores do município. Fosse mínima a redução, todos compreenderiam, mas em alguns casos, esta redução chega a 40% do salário.
Refleti muito antes de escrever este artigo. Política sempre constitui tema polêmico e as pessoas na maioria das vezes, perdem a razão ao defenderem seus posicionamentos e não raro extrapolam ao absurdo. Alguns desconhecem fatos importantes e falam incoerências.
Existe um projeto de lei na Câmara Federal, que se aprovado, motiva a criação, de pelos menos, 400 municípios.
Um boato sobre o fim do Bolsa Família se espalhou pela internet e deixou milhões de pessoas aflitas, provocando tumulto e quebra-quebra nas agências da Caixa Econômica Federal.
A polêmica e conturbada votação da medida provisória que implanta a lei dos portos, moderniza e privatiza, no Brasil, está produzindo uma evidência, uma demonstração do grau de esquizofrenia que chegou a nossa política.
O júri popular em Alagoas decretou que PC Farias não foi morto pela namorada Suzana Marcolino que depois se suicidou. Ao contrário dessa tese, prevalece oficialmente, o que aconteceu, segundo este júri, é que os dois foram assassinados.
No final dos anos de 1800, os irmãos Dalton eram perigosos foragidos nos Estados Unidos. Eles eram policiais, mas gradualmente foram enveredando para o crime e tornaram-se conhecidos nacionalmente, por assaltos a trem e a bancos.
O Brasil não tem mais jeito mesmo. Estamos num país onde quem exerce suas funções dignamente é tratado como criminoso.
O delator Roberto Jeferson, o delatado José Dirceu e o réu condenado ao maior número de anos na prisão, Marcos Valério, estão todos, pedindo que o Supremo Tribunal Federal, mude o relator do processo do qual são réus.
O que é que chama a atenção nos números e nos casos de violência das últimas semanas em São Paulo e no Rio de janeiro?
Nunca me canso de repetir uma frase criada pelo jornalista, advogado e deputado constituinte Jorge Alberto Mendes Ribeiro, meu amigo pessoal e mestre do curso de jornalismo – já falecido – elaborada nos seguintes termos: “Existem verdades que precisam ser ditas e alguém deve dizê-las”.
Olha só o Lula! O ex-presidente fechou um contrato com o Jornal norte-americano “The New York Time”. O mesmo ‘assinará’ uma coluna mensal no prestigioso jornal.
Agora me digam se nosso país não vive num verdadeiro circo. Onde está com a cabeça o governo do Distrito Federal? Foi lançado ontem, um projeto que proíbe a venda de armas de brinquedos na Capital Mundial da Corrupção. Não seria melhor proibir a venda de armas de fogo?
Sete ex-ministros, sem ninguém lhes pedir opinião, redigiram um manifesto ao Supremo defendendo a descriminalização do uso de drogas.































