R- Já nasci com o dom, eu creio… Desde menina brincava de teatrinho, me fantasiava e criava até palcos no quintal da casa…
Minha mãe (uma atriz nata) passou-me o amor pela representação, quando incluía-me em suas peças teatrais natalinas ou em outras datas cristãs, na igreja Presbiteriana de São José do Calçado (E.S) onde nasci.
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Tendo iniciado como cantora em Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, você se tornou atriz algum tempo depois de se mudar para o Rio de Janeiro. A mudança na carreira foi um encontro com sua real vocação, ou ocorreu circunstancialmente?
R- Com a experiência em Rádio desde os 14 anos, aos 16 queria mais do que a ZYL-9-Rádio Cachoeiro do Itapemirim podia dar-me. Já havia participado do Concurso Miss Espírito Santo, representando Cachoeiro, e fora desclassificada em Vitória, por ser de menor idade; eu mentira… !
Na verdade fui pro Rio atrás do sonho de tornar-me uma artista… As circunstâncias eu as criei, correndo as grandes Rádios da época, inscrevendo-me em programas de calouros, e felizmente sempre tive sucesso; até que na Rádio Mauá deram-me um programa semanal chamado “Surge uma estrela” – onde cantava aos sábados à noite.
E tive a honra de viajar nos trens da Central do Brasil para cantar em circos no subúrbio, com a também iniciante Elza Soares…ela, um fenômeno!
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Ingressando na carreira artística numa época em que essa atividade ainda sofria algum tipo de preconceito, você teve o apoio de seus pais nessa escolha?
R- Tive o total incentivo da minha mãezinha. Ela acompanhou-me ao Rio e providenciou com meu pai a mudança da família para a Cidade Maravilhosa, em apoio à minha carreira… Meu pai relutou, mas depois se rendeu e foi um ombro amigo sempre!
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Alguma celebridade nacional ou internacional dos meios artísticos a influenciou no sentido de ingressar na carreira de atriz?
R- Como disse, já nasci assim… mas é claro que o brilho de alguns astros e estrelas que admiramos sempre nos emulam a seguir em frente e a acreditar que podemos brilhar também!
Observo que quando estreei em Cinema, anos depois, ela deu-se em dois filmes italianos de Máximo Alviani: “Tom of the Livings” e “O Diabo chorou” e estes com o ator americano de aventuras, Bruce Cabot. Luis Sérgio Persosn era assistente do Máximo e convidou-me para fazer São Paulo S.A. Então… minha estreia no Cinema foi antes, internacional…
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Depois de representar cenas arrojadas para os padrões da época em filmes como “Toda Nudez Será Castigada”, “Os Paqueras”, “Viúva Virgem”, “Os devassos”, “Eu transo, Ela Transa” e outros, você passou por um período de depressão no final dos anos 70, ingressando nos meios evangélicos. Esse abalo psicológico e a opção religiosa têm a ver com esses trabalhos artísticos ou ocorreram por outros motivos?
R- Uma pergunta excelente… Foi tipo assim – vim, vi e venci! Mas no meio do percurso, à medida que alcançava meus objetivos , subindo a escada do sucesso, deparei-me com minha humanidade, meus medos e o terror de no final da escalada não saber o que me sobraria?
(Alguns colegas diziam-me soturnamente que só há queda escada abaixo; nossa geração era muito insegura; não tínhamos Sindicato e nem contratos com TVs poderosas, porque estavam no embrião – então…).
Uma soma de sofrimento, perguntas sem resposta, vazio interior, medo da morte e eternidade levaram-me ao álcool e drogas e, nesse abismo, iniciei um sincero tour por religiões orientais e afro-brasileiras, mas em nenhuma delas achei solução pra meu desespero interior; então… eis que surge meu Salvador nas minhas trevas…
Minha vida se define A/C e D/C – mas esta mudança interior, meu big-bam se deu numa organização religiosa evangélica sim, mas espiritualmente foi com a
pessoa do Senhor Jesus Cristo. E Ele mudou tudo!!!
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Como você analisa sua atuação religiosa com o nome de Pastora Helena Brandão e seu trabalho cinematográfico em Nova York, produzindo filmes e vídeos evangélicos?
R- Ser pastora (biblicamente falando) – é um Ministério exclusivo para homens e não mulheres! … sempre concordei e continuo pensando do mesmo modo. As mulheres podem exercer seus dons numa Comunidade Cristã, menos pastorear! … está escrito na Bíblia…
Helena Glória é meu nome de batismo e, depois de 1 ano convertida a Cristo, casei-me a primeira e última vez em minha vida, adotando o sobrenome Brandão, do meu marido. Nunca fui pastora na vida mas, como esposa de um pastor, eu o auxiliava como adjutora, realizando palestras e Campanhas evangelísticas pelo Brasil e mundo.
Sem nenhuma vaidade, informo que minha conversão abalou meu país, tanto nos meios seculares como no cristão (na época, ser crente em Cristo era considerado coisa de pobre da periferia) – e este acontecimento foi um sopro de avivamento que levava muitos dos líderes evangélicos convidar-me a compartilhar minha experiência com Jesus. … e eu aceitava com muita honra! Quanto aos vídeos que realizei nos EEUU foram muito pouco, nem um terço do que gostaria…
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Considerando o fato de possuir experiência como cantora, você atua ou já atuou como intérprete da música gospel nos meios evangélicos?
R- Na verdade toda minha experiência, meus talentos, coloquei a serviço do que Deus entendesse fazer com eles…Gravei muitos discos com hinos ( alguns até que compunha) – e nos eventos que participava, sem pose de cantora mas de louvadora – adoradora, repassava esse material numa venda simbólica, doando quase tudo; e graças a Deus escapei por graça desse comércio maligno da música gospel…
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Quando estreou na televisão, você sentiu alguma dificuldade em adaptar-se à nova sistemática de trabalho ou tirou de letra essa nova experiência na arte de representar?
R- Estreei na TV Rio em 1961 no programa jornalístico dirigido por Carlos Alberto Lofler – A Grande Cidade. Depois fui a garota ODD no programa de Paulo Gracindo na mesma emissora e assim vieram os musicais (Praça 11 ) – e humorísticos , novela na Tv Rio como protagonista de “O porto dos sete destinos” e aí então migrei pra TV Globo, inaugurando a emissora e como âncora de programinhas (ainda não faziam novelas)- estrelei musicais com Miele e Bôscoli (Alô Dolly) e somente depois de um tempo fazendo cinema chamaram-me pra fazer a Leda de Véu de Noiva. Ufa!...
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Entre os diversos personagens que viveu no cinema e na televisão, quais os que mais marcaram em sua carreira?
R- Não tenho muita noção de algum papel em particular… todo trabalho que fazia dava o meu melhor e sempre fui reconhecida, mas… convenhamos que o filme do Jabor e a Geni do Nelson Rodrigues em “Toda Nudez será castigada” – foi o coroamento de um sonho de reconhecimento do talento que desde sempre almejava ser reconhecido; não de uma mulher bonita ou atriz generosa, mas uma personagem gratificaria meu talento. Sou grata por isso!!!
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Tendo vivido o auge da carreira durante o “Regime Militar”, você acredita que a censura da época prejudicou de alguma forma o desenvolvimento do cinema nacional, ou tem outra visão em relação isso, até porque foi naquele período de governo que se criou no país a Embrafilme?
R- O Regime Militar proporcionou um ressurgimento do Teatro, Cinema e da música popular brasileira.
Emergiram os talentos musicais nos festivais da Record – o Teatro de protesto no Rio e Sampa e os novos diretores do Cinema Novo como Glauber, Jabor, etc etc etc. Foi produtivo esse tempo e dele lembro-me sem dor.
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Você acredita que houve algum progresso significativo na dramaturgia brasileira, a partir da abertura política pós “Regime Militar”?
R- O artista precisa ser emulado pra criar – como dizia meu amigo querido Glauber Rocha, “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça” – mas então parece que, após a Abertura, os criadores de arte ficaram cataléticos sem ideias, como se um zumbi houvesse lhes sugado os cérebros e por um tempo no cinema nada aconteceu senão obras sem expressão como o surgimento dos filmes eróticos. Um recomeço sofrido!
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As pessoas públicas, como sabemos, são alvo de “diz que me disse”, tanto na mídia como nas redes sociais. Como você lida com esse tipo de coisa?
R- Quando se está em evidência , paga-se o preço da invasão da sua privacidade, porém você é esquecido (a) rapidinho pelo público consumidor – principalmente nesses tempos contemporâneos do consumismo rápido e rasteiro.
Os artistas da minha geração, os fora da mídia como eu são lembrados pelos saudosistas, fãs fiéis por nossa atuação passada – e eu sou muito grata a todos eles. Poder andar livremente sem assédios, ir sem maquilagem e de moleton ao supermercado, não tem preço. A idade derruba vaidades, traz a sabedoria de viver…
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No seu ponto de vista, o que é mais gratificante para um ator, dirigir ou representar ?
R- No meu caso, representar, lógico; mas dirigir um pouco, ser diretor é uma delicia! Principalmente quando estamos afinados no mesmo propósito, com humildade e sem frescuras!
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Você curte o assédio dos fãs em locais públicos, ou prefere não se expor muito para evitar a tietagem dos pedidos de autógrafo?
R- Olha… conseguir o anonimato não tem preço… Quando se é jovem e brigando pela carreira e um “lugar ao sol” – o que mais se quer é a exposição – porém poder andar livremente sem estar”montada” todo o tempo é sensacional; mas estou voluntariamente fora da mídia há muitos anos e ainda me surpreendo com os velhos e jovens fãs, que geralmente são estudantes de cinema.
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O cinema brasileiro nunca ganhou um Oscar. Classifica isso como uma injustiça ou falta de amadurecimento de nosso cinema?
R- De jeito nenhum… Mas já tivemos uma boa representatividade naquela festa e, pelo “andar da carruagem”, qualquer hora emplacamos, porque nossos diretores estão bastante amadurecidos e conhecendo melhor esse mercado poderoso.
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Entre as conquistas alcançadas na carreira, qual a que você elegeria como a mais significativa?
R- Valorizo todos os meu trabalhos realizados – desde o primeiro programa na Rádio ZYL 9 em Cachoeiro do Itapemirim ( ao lado do Roberto Carlos e ambos adolescentes) – até o penúltimo que realizei; porque cada um deles somava como experiência e afirmação do meu objetivo de reconhecimento. … e o coroamento de todos sem dúvida foi o filme “Toda Nudez Será Castigada”, que me deu a glória esperada.
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Quem imita quem. A arte imita a vida ou a vida imita a arte?
R- A arte imita a vida porque sem vida não existiria a arte… – eu penso.
Como profissional do ramo, você acredita que o Ministério da Cultura apoia como convém o desenvolvimento das artes cênicas no Brasil?
R- Ups… agora pegou! Falar a verdade atrai inimigos e nesse caso já batalhei bastante por uma mudança nos apadrinhamentos políticos que envergonharam a verdadeira expressão cultural do país!… e parece que alguma coisa está mudando, felizmente. Vamos ver… nunca se sabe…
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Diria que a carreira de ator, num país como o Brasil, compensa financeiramente ou vale mais pelo que significa como realização pessoal?
R- Essa pergunta não é simples de responder, porque tem muitas variantes, porque existem os artistas antigos e os novos; e financeiramente ouso dizer que a nova geração é mais afortunada nesse sentido que os artistas mais velhos.
Muitos atores e atrizes da velha guarda estão ricos, porque perseveraram e na TV tiveram seus talentos valorizados, felizmente – e também canalizaram o sucesso da TV para faturar com o Teatro.
No meu caso porém, nunca me enriqueci com a arte: saí de cena no auge da fama, no momento em que começaria a faturar , para viver uma nova vida com Deus, reaprender a viver! … mas a arte em certo sentido deu-me um sentimento de realização sim!
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Como está sua realidade artística e religiosa na atualidade?
R- Não corro e não tenho pressa… não vou com sede ao pote: examino tudo e faço o que me agrada… Vivo a “liberdade” que minha fé me leva! Vou quando sinto que devo, seja jurada de Festival de Cinema ou Teatro; uma participação num programa de TV ou em algum filme – meu elemento!
Ano passado fui a João Pessoa e filmei com o diretor Eliézer Rolim, no Cariri no sertão nordestino, uma nordestina! Representar Mme Lili, aquela mulher simples e tão diferente de tudo que já fiz, foi um desafio glorioso… o ápice, uma glória! …
Quanto à minha vida religiosa, apesar de respeitar e ter comunhão com os verdadeiros cristãos, seja de qual denominação cristã for, não me aprisiono mais numa placa evangélica, pois tenho sim uma fé viva em Jesus Cristo, o qual salvou-me de mim mesma, do Inferno e da morte eterna no dia 26 de Agosto de 1974 – e desde então caminho com Ele, andando, tropeçando e sendo levantada por Ele, que nunca me abandona! E essa fé em Seu amor e Graça, vou vivendo! é fabuloso, é vital, é a glória eterna viver assim…
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Bate-Bola com Darnele Glória
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Amigo (a) do peito? Jesus… esse é o nº 1 ! Os outros e mais recentes são pouquíssimos e nomeá-los é indelicado! …
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Eterna lembrança? Minha conversão à Cristo em 74.
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Gratidão eterna?Aos amigos das horas incertas…
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Momento inesquecível? 26 de Agosto de 1974 o dia da minha conversão à Cristo…
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Gostaria de esquecer?O dia em que meu marido se foi…
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Sonho realizado? Ser mãe…
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Sonho a realizar? Não posso dizer…
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Decepção?Ser traída!
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Surpresa boa? Quando os filhos sobem a serra pra ver-me.
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Superstição? Nenhuma… graças a Deus!
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Deus ?Senhor de tudo e de todos… meu Amor, meu tudo.
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Religião ? Não a manipulada por homens, mas a fé viva em Cristo que nos salva!
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Cor preferida? Verde.
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Número de sorte? Não tenho…
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Livro? Bíblia Sagrada
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Filme? Filmes… os de época, todos da BBC e Bagda Café.
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Prato preferido? Moqueca Capixaba
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Principal Hobby? Pintura
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Time do coração ? Flamengo
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Personagem nacional? Cora Coralina
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Personagem internacional? Martin Luther King
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Ator ou atriz nacional? Lima Duarte
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Ator ou atriz internacional? Gena Rolland
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Cantor(a)?Feliciano Amaral
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Quem é Darlene Glória? Deus é quem sabe!!!
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Projetos? Aprender a ter” um coração sábio” .
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Considerações finais
Faço minhas as palavras do Apóstolo Paulo: ” Quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Senhor”. É isso…
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Contatos e Redes Sociais
E-mail: <darlenegloriatriz@gmail.com>
Facebook Oficial
Vídeos com Darlene Glória
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Darlene Gloria – Clipe Toda Nudez Será Castigada
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Cena Darlene Gloria Toda Nudez Será Castigada
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Realizado por Keyla Fogaça – Darlene Gloria – Clipe Feliz Natal
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Darlene Glória – 1977 – Programa Fantástico
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Premiação Darlene Gloria
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